Resenha: O Dom De Voar, Richard Bach

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Título do livro: O Dom De Voar
Autor (a): Richard Bach
Editora: Grupo Editorial Record
Ano: 1976
Edição: 2ª edição
Páginas: 330
ISBN: 9788501008565
Gênero: Aviação, Aventura, Não-ficção
Nota: estrelaestrelaestrelavaziaestrelavaziaestrelavazia

 

 

“Um cara não tem  a menor chance de alcançar o seu objetivo se não aprender a encontrar sozinho a sua sustentação.”

Sinopse:

Este livro mostra os pontos capitais de 15 anos de vida de Richard Bach, que começou a escrever depois de aprender a voar. Desde que ele escreve sobre o que mais lhe interessa, tudo em O DOM DE VOAR se refere ao seu mundo especial da aviação. Mas o mundo da aviação não se relaciona apenas com decolagens, pousos e funcionamento dos motores.

“Voar é minha religião”, diz Richard Bach, “é a maneira que tenho de descobrir a verdade”.

A verdade é que todos os pensamentos e atos de Richard Bach em suas reminiscências levam, de forma lógica, aos temas desenvolvidos em Fernão Capelo Gaivota. Tudo em O DOM DE VOAR contribui para a compreensão da alegria e do sentido do voo ou ilustra aquele ingrediente especial de aventura, liberdade, descoberta, perfeição e inspiração de que Richard Bach impregnava sua vida e sua obra.

Da leitura deste livro, fica sabendo certamente porque voar é tão importante para o autor. Poder-se-á partilhar de suas experiências no ar como as pessoas especiais que são seus amigos no mundo da aviação e se compreenderá a dedicação com que ele se esforça por voar… e viver melhor.

Ele mesmo explica a sua posição: “Fossem quais fossem as tristezas, as alegrias ou as fantasias que me ocorriam enquanto eu voava, tornaram-se estórias e artigos em vez de páginas de um jornal. Quando comprei minha primeira máquina de escrever, fiz a promessa de que jamais escreveria sobre aquilo que não me interessasse, que não representasse alguma diferença em minha vida, e tenho chegado muito perto do cumprimento dessa promessa”.

“Dizem alguns que a vida nada mais é do que a oportunidade de conquistar o medo e que todo medo faz parte do medo da morte.”

Resenha:

É muito difícil falar de um livro que você não gostou, tem que ter muito cuidado com as palavras.

Eu já tinha lido “Fernão Capelo Gaivota” do Richard Bach, e gostei, tem até resenha dele aqui no blog já. Mas esse realmente não deu pra mim.

Senti nesse livro, que foi uma biografia das aventuras que ele teve no mundo da aviação.

Tem muito termo técnico de pilotos, que a gente que não entende fica “boiando”.

Esse livro é mais para o pessoal que pilota aviões, que é comissário de bordo, que trabalha com isso. Foi o isso o que senti pelo menos.

Mas faz parte, nem todos os livros que lemos, nós vamos gostar.

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Resenha: Rebecca Serle – Tocando As Estrelas

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Título do livro: Tocando as Estrelas
Autor (a): Rebecca Serle
Editora: Novo Conceito
Páginas: 224
Gênero: Ficção Norte-Americana; Amor; Humor; Drama
ISBN: 978-858-163-733-4
Nota: estrela estrela estrela estrela estrelavazia

 

 

Sinopse: 

Quando Paige Townsen deixa de ser uma simples aluna do ensino médio para se tornar uma celebridade, sua via muda do dia para a noite. Em menos de um mês, ela troca as ruas de sua cidade natal por um set de filmagens no Havaí e agora está “conhecendo melhor” um dos homens mais sexies do planeta – segundo a revista People. Tudo estaria perfeito se o problemático astro Jordan Wilder não fincasse o pé em uma das pontas desse triângulo cinematográfico. E Paige começa a acreditar que a vida, pelo menos para ela, imita a arte.

Resenha:

“Essa é uma verdade sobre o sucesso. Muita coisa muda, mas nem tudo. Você ainda tem dias de cabelo ruim. Amizades que se desfizeram não serão reparadas milagrosamente. E pessoas que não amavam você antes continuarão a não amar. Uma coisa que o sucesso não muda, não importa a que nível você chegue, são as coisas que já viraram passado.”

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Paige tem um sonho desde criança de ser atriz, porém nunca tinha levado tão a sério. Ela até tinha feito algumas peças de teatro, alguns comerciais, mas nada além disso.
Por ela ser menor de idade, isso também dificultava, porque a maioria dos testes era em outra cidade.
Até que um dia, na sua cidade Portland, começou um processo de seleção para um filme que ia ser baseado no livro Locked, o que sua melhor amiga era mega fã.
De início ela não deu muita bola, mas acabou indo, e passou no teste, para ser protagonista do filme, isso mesmo protagonista. Primeiro filme que ela fazia, como profissional já, e ela seria protagonista. Ela nem acreditava que o sonho se tornaria realidade.
E tudo na sua vida mudou de repente.
Eu ameii o livro, é um livro de leitura fluida, que você termina em um ou dois dias.
Tem triângulo amoroso, tem. Mas é um triângulo amoroso diferente, que a gente fica até na dúvida por qual casal torcer. Mas no final ela não decepciona na sua escolha.
E eu não sei porque mas imaginei que o Rainer como o ator Heath Ledger que fazia o protagonista Patrick Verona no filme 10 Coisas Que Eu Odeio Em Você.
Quem quer um livro leve para tirar daquela resseca literária, eu indico viu 1f609

Beijinhos e até a próxima 1f618

Resenha: O Caçador de Pipas – Khaled Hosseini

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Título do livro: O Caçador de Pipas
Autor (a): Khaled Hosseini
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 365
Gênero: Ficção histórica, Guerra, Drama
ISBN: 978-852-091-767-1

 

 

Sinopse:

Este é um romance emocionante, envolvente, que nos cativa logo nas primeiras páginas. Livro de estréia de Khaled Hosseini, O Caçador de Pipas é uma narrativa insólita relação e eloqüente sobre a frágil relação entre pais e filhos, entre os seres humanos e seus deuses, entre os homens e sua pátria. Uma história de amizade e traição, que nos leva dos últimos dias da monarquia do Afeganistão às atrocidades de hoje.

Ami e Hassan cresceram juntos, exatamente como seus pais. Apesar de serem de etnias, sociedades e religiões diferentes, Amir e Hassan tiveram um infância em comum, com brincadeiras, filmes e personagens. O laço que os une é muito forte: mamaram do mesmo leite, e apenas depois de muitos anos Amir pôde sentir o poder dessa relação.

Amir nunca foi o mais bravo ou nobre, ao contrário de Hassan, conhecido por sua coragem e dignidade. Hassan, que não sabia nem escrever, era muitas vezes o mais sábio, com uma aguda percepção dos acontecimentos e dos sentimentos das pessoas. E foi esse mesmo Hassan que decidiu quem Amir seria, durante a batalha da pipa azul, uma pipa que mudaria o destino de todos. No inverno de 1975, Hassan deu a Amir a chance de ser um grande homem, de alterar sua trajetória se se livrar daquele enjôo que sempre o acompanhava, a náusea que denunciava sua covardia. Mas Amir não enxergou sua redenção.

Muito depois de desperdiçada a última chance, Hassan, a calça de veludo cotelê marrom e a pipa azul o fizeram voltar ao Afeganistão, não mais àquele que ele abandonara há vinte anos, mas ao Afeganistão oprimido e destruído pelo regime Talibã. Amir precisava se redimir daquele que foi o maior engano da sua vida, daquele dia em que o inverno foi mais cruel.á m

Grande sucesso da literatura mundial, aclamado pela crítica e pelo público, O Caçador de Pípas teve seus direitos de edição vendidos para 29 países e e estará em breve nas telas do cinema do mundo todo (já foi pro cinema), numa produção de Sam Mendes, o mesmo diretor de Beleza Americana.

Resenha:

“Foi há muito tempo, mas descobri que não é verdade o que dizem a respeito do passado, essa história de que podemos enterrá-lo. Porque, de um jeito ou de outro, ele sempre consegue escapar.”

Confesso que não me cativou nas primeiras páginas, aliás até o Capitulo 9 não tinha me cativado, foi a partir desse capítulo que começou a fluir a leitura.

E essa já é a segunda vez que tentava ler esse livro, mas agora eu realmente gostei, e gostei muito, chorei a beça. Em vários momentos quis entrar na história pra salvar os personagens de alguma determinada situação, e salvar o povo de Afeganistão do novo comando.

É triste ver como eles agiam, e ninguém podia fazer absolutamente nada a não ser obedecer as novas regras.

Amir é um menino que não era notado pelo pai como deveria ser notado, e ele pensa que é porque a mãe dele morreu durante o parto, então o pai acaba descontando sua decepção nele.

Uma coisa que eu senti falta, foi a explicação da guerra, porque no capítulo 9, a família combina de ir ao cinema todo mundo junto, e pra isso são obrigados a alugar um carro maior pra poder levar todo mundo de uma vez, pois o cinema fica em uma cidade mais distante. E do nada, eles viram refugiados, e fogem da guerra para o Estados Unidos, e baba (que é como o Amir chama o pai dele), perde tudo, e tenta uma nova vida nos Estados Unidos.

Amir para tentar se redimir de uma culpa que ele carrega a vida toda, ele volta para o Afeganistão. Ele se assusta com o novo Afeganistão que ele encontra. E também com as coisas que ele descobre, e com essas coisas ele acaba entendo outras, que ele nunca tinha entendido.

Nesse livro, o autor já cita um outro livro muito famoso, que é O Morro dos Ventos Uivantes, um livro que Soraya estava lendo quando Amir a conheceu.

Quem for ler ele, se prepara porque ou você vai gostar muito e chorar muito. Ou pode  não ser a época dele, e não vai gostar. Mas não dê esse livro para alguém, simplesmente porque você não gostou. Esse livro vale a pena guardá-lo para ler em alguma outra época da sua vida. Ele pode não servir pra você agora, mas em algum momento ele vai te cativar. Assim como aconteceu comigo.

Comentem aqui o que acharam do livro quando vocês leram, e se também sentiram a falta da explicação da guerra que eu comentei.

Beijinhos e até a próxima 1f618

[Resenha de livro] Doze Por Doze – Blog Nem Te Conto

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Título do livro: Doze Por Doze – 12 Escritores 12 Histórias
Autores: Karina Rocha, Mariana Cestari, Lucas Borges, Carolina Estrella, Yohana Sanfer, Vinicius Grossos, Bruna Fontes, Carine Raposo, Marianna Leão, Augusto Alvarenga, Thati Machado e Larissa Siriani.
Editora: Blog Nem Te Conto
Páginas: 328
Gênero: Ficção, Infanto-juvenil
ISBN: B019JLJAMY

Sinopse:

A chegada do ano novo traz consigo o desejo de renovação. Renovamos nossas esperanças, nossos desejos, nossas metas… E, ao início, não sabemos o que esperar do novo ciclo, mas e se… Pudéssemos medir a intensidade de um ano através de suas histórias? Essa é a proposta do “Doze por Doze”. Trazer variados contos, dos mais variados gêneros, para nos fazer enxergar quantas coisas incríveis podem acontecer no período de 12 meses; de 365 dias.

Resenha:

“E aprendi uma coisa nessa história: se você não consegue se imaginar feliz com outra pessoa, não espere. Não deixe o tempo passar. Não ache que terá outra chance. Porque o tempo passa e leva tudo, menos a saudade.

O amor é um milagre nesse mundo perdido e deformado. E no meu erro de deixar o tempo passar, acabei perdendo uma estrela.”

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Doze Por Doze, são 12 contos de diferentes autores. Vai ser difícil citar apenas um que eu gostei, então vou falar no geral mesmo.

A minha versão do e-book desse livro, é bem antiga, tanto que não tem nem aquele modo de virar a página, é o antigão mesmo.

O que eu não entendo é porque os revisores de texto, quando a versão é em e-book, eles não dão tanta atenção assim aos erros. Tenta alguma vez, ler o mesmo livro em e-book, e na versão física pra vocês verem a diferença.

Por isso, eu já dou logo a dica, quando for lançar um livro, e você for lançar em e-book, não confie 100% no seu revisor de texto, leia de novo para ver se ele não deixou passar nada.

Tirando isso, eu gostei bastante das hisrórias, chorei com algumas também pra variar né, porque sou uma manteiga derretida.

Posso dizer que, algumas histórias eu queria que tive continuação, e soube que uma delas vai ter continuação sim, só não vou contar qual é, porque não sei se pode contar ainda.

Esse livro realmente você que tem filho com menos de 18 anos, é tranquilo pra ele ler. Dizem que quem é amante do livro Extraordinário, também vai gostar muito. Mas aí já não posso te dar tanta certeza, porque ainda não li Extraordinário.

Mas garanto que você vá gostar sim.

Então é isso por enquanto pessoal.

Beijinhos e até a próxima 1f618

 

[Resenha de livro] A Mais Pura Verdade – Dan Gemeinhart

Título do livro: A Mais Pura Verdade
Autor (a): Dan Gemeinhart
Editora: Novo Conceito
Páginas: 221
Gênero: Drama, Aventura, Suspense
ISBN: 978-858-163-633-7

Sinopse:

Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal. Ele tem um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha.
Mas, em certo sentido um sentido muito importante , Mark não tem nada a ver com as outras crianças.
Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram.
Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier.Nem que seja a última coisa que ele faça.
A Mais Pura Verdade é uma história preciosa e surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.

Resenha:

“Como ajudar quando ajudar e ferir são a mesma coisa?”

O livro é narrado um capítulo por Mark, e por Jess (sua melhor amiga).

Pensa em uma pessoa que ficou com raiva, medo, e chorou no mesmo livro.

Certos momentos quiria brigar com Mark, por ele querer acabar com a vida dele, sendo que tem tanta gente lutando por uma vida. E também por ele ter arrastado com ele um cachorro, que não tinha nada a ver com essa ideia maluca dele, sabendo que os dois poderiam morrer.

Não pode uma pessoa que tem mesmo tendo 1% chance ainda de passar por um mais um câncer, querer acabar com a própria, não deixar ninguém ajudar.

Penso que se Deus deu esse “problema” pra você, é porque você é capaz de carregar até o final. Deus não dá nenhum problema, se a gente não for capaz de carregar. E, se Deus deu esse problema pra você, é para ensinar alguma coisa, seja pra você, ou para alguém muito próximo. Mesmo Ele tendo escolhido uma coisa tão forte assim.

Mas Mark, não foi capaz de lutar, e quis se entregar.

Além de tudo isso, Mark fez Jess prometer que ela não contaria a ninguém sobre esse plano macabro dele.

E Jess realmente não contou. Você como melhor amiga de uma pessoa que está querendo se matar, o que você faria?

Fica aí essa questão!

 

[Resenha de livro] Entrecontos 1 – Ju Lund

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Título do livro: Entrecontos 1 (Coletânea de Contos)
Autor (a): Ju Lund
Editora: Amazon
Páginas: 79
ASIN: B01AGLXFNQ

 

 

Sinopse: 

Com narrativas variadas, Entrecontos 1, convida todos os leitores a entrarem em histórias que “se” não são verdadeiras… Poderiam ser! Compartilhe desta experiência fantástica, todos os contos foram publicados on-line em 2010 pela escritora Ju Lund, e agora possuem seu formato físico. (Im) Possível, Agnes Adal, Dança, Desaparecido, Dia de Cão, Diana Keen, Escuro mais que Noturno, Estranho Conhecido, Fui ao Rio ver Crepúsculo, Halloween, Marcas e Sangue, O Livro de Morgana, O peixe comeu meu sono, Observadores, Pássaro, Pedido Secreto, Presença, Salvo pela Cruz, Seguidas, Zombeteira… São 22 Contos + 1 Poema esperando por você! Tenha uma leitura Fantástica!

Resenha:

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Esse e-book foi totalmente diferente das coisas que eu já li, por ter alguns contos meio macabros, nunca tinha lido nada do gênero.

Os contos macabros, são daquele tipo que te deixa tensa, e quando termina você pensa “Ufaa!”.

Mas o conto “Pássaros”, é um poemo que fala sobre liberdade, gostei tanto que até printei e salvei pra mostrar pra vocês.

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Mas já vou avisando, esse é o conto mais leve que tem tá?

A única coisa é que precisa ser revisado, porque tem uns erros de digitação, e no último conto tem uma frase que está faltando uma palavra. Mas nada que atrapalhe a leitura, ou seja um erro grave.

Vale a pena ler!!!

[Resenha de livro] Lu Piras – Um Herói Para Ela

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Título do livro: Um Herói Para Ela
Autor (a): Lu Piras
Editora: Novo Conceito (Selo: Novas Páginas)
Páginas: 336
Gênero: Ficção, Romance, Aventura, Máfia Italiana
ISBN: 978-858-163-433-3

 

 

Sinopse:

Bianca sempre quis ser roteirista de cinema. Para realizar seu sonho, ela sai do Brasil para estudar na famosa New York Film Academy.

Em meio às emoções da nova vida na Big Apple, um rapaz misterioso acaba salvando a vida de Bianca em duas situações diferentes. Tudo o que ela sabe é que o seu herói tem o no braço uma misteriosa tatuagem.

Sem pistas sobre o seu protetor, ela é convidada para um show de uma banda The Masquerades, cujos componentes escondem os rostos atrás de máscaras. Uma rosa branca cai sobre o seu colo, arremessada pelo vocalista.

Decidida a desvendar a identidade do mascarado, Bianca invade o camarim da banda. A surpresa que a aguarda por trás daquela porta poderá mudar o seu destino.

Uma história cheia de humor e romance, que fala da importância de acreditar nos nossos sonhos e de perseguí-los.

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Resenha:

Bianca é uma pessoa que acredita que consegue transformar um sapo em um príncipe. Porém, nas tentativas frustradas que ela teve com seus relacionamentos, ela acaba que perdendo o encanto de encontrar o seu amor verdadeiro.

Além disso, Bianca é do tipo de pessoa que não se valoriza, e arruma qualquer namorado pra não ficar sozinha. E não acredita em seu potencial.

A mãe de Bianca (Helena), começa a perceber isso, e fica preocupada.

Desesperada Helena pede ajuda de seu marido (Ronaldo) para ele tentar falar com ela. Porém, Ronaldo não sabe como pode tentar ajudar Bianca, porque no fundo ele sabe que é um pai ausente.

Ronaldo, fica ainda pior ao ler um texto de Bianca, dizendo que o pai é seu espelho e seu herói.

Seus pais percebem que a única coisa que pode ajudar Bianca, é ela fazendo o que sempre sonhou, ser roteirista.

Helena arma um plano com Ronaldo para inscrever Bianca na New York Film Academy, simplesmente a melhor escola para roteiristas.

Para Ronaldo se redimir com a sua ausência, ele faz de tudo para Bianca ir para essa faculdade.

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“Não guarde a felicidade para o final. Não espere por ela. Não existe final feliz. Só existe o para sempre. E o para sempre é agora.”

Com essa história, eu ri, chorei, fiquei com raiva da Lu Piras em algumas partes.

Lu Piras conseguiu me envolver na história completamente, fazia tempo que não chorava que nem criança com um livro.

Uma história que tem aventura, máfia italiana, amizade, cinema, tudo junto.

Ele entrou para a lista de favoritos.

Comprei na Bienal do Livro de 2014, e me arrependi de não ter lido antes.

Por isso eu já falo, que assim que vocês comprarem, ou se vocês já possuem o livro, lêem imediantamente.

Se vocês decidiram ler porque viu minha resenha, assim que terminar deixem a opinião de vocês aqui também.

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Eu e Lu Piras na Bienal em 2014

Curiosidades sobre a autora

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Lu Piras sempre gostou de contar e inventar histórias, transformando pessoas reais em personagens de aventuras malucas. Escreveu seu primeiro romance aos 15 anos, em uma máquinad de escrever Olivetti de 1982, presente de sua avó. É advogada por formação e escritora por vocação.

Viveu durante sete anos em Portugal, e já trabalhou na área jurídica, no comércio e no artesanato. Em 2009, matriculou-se no curso de Produção Editorial da UFRJ, e, a partir de então, escrever se tornou uma saudável obsessão.. Lu Piras já publicou três romances, entre eles A Última Nota, em coautoria com Felipe Colbert. Ela mora no Rio de Janeiro com sua família.

 

[Resenha de livro] Friedrich W. Nietzsche – Assim Falou Zaratustra

Sobre o autor e sua obra

Friedrich Wilhelm Nietzche nasceu em Röcken, Saxônia, no dia 15 de outubro de 1844.

Dedicou-se ao estudo da filosofia grega, seguindo o curso da Universidade de Leipzig. Dedicou-se tanto que antes mesmo de se formar, foi nomeado professor dessa disciplina na Universidade da Basiléia, em 1869.

Na Universidade Basiléia, ele lecionou durante 10 anos, mas se aposentou em 1879, por motivos de saúde.

Só por volta de 1886, quando o crítico dinamarquês Georg Brandes começou a elogiar sua obra, é que Friedrich deixou o anonimato.

Quando realmente ficou famoso, já era tarde. Em 1889, Friedrich sofreu um colapso cerebral que o deixou semi-inconsciente, à beira da loucura, o que levou a morte dele em 25 de agosto de 1900, aos 56 anos.

Friedrich morreu solteiro, embora durante toda a sua vida tivesse proposto casamento a inúmeras mulheres. Lou Salomé, autora de vários livros, discípula e amiga de Freud, foi uma de suas paixões.

Seu livro “Assim Falou Zaratustra”, foi considerado por ele mesmo como o mais importante. O último livro que ele realmente escreveu foi “Ecce Homo”, uma biografia espiritual, onde faz um balanço e resumo de suas ideias.

Essas ideias foram marcadas por características como: anticristianismo e uma lúcida capacidade de penetração psicológica.

Até hoje, é discutido se ele foi ou não percursor do nazismo, porque muitos nazistas utilizam sua filosofia.

O pensamento nietzchiano, visto em seu conjunto, apresenta uma das características próprias das velhas metafísicas.

Em “Assim Falou Zaratustra”, em outras palavras, o pensamento de Nietzche abandona a “prosa” propriamente dita, a linguagem da filosofia, destinada tão-somente a dar concreção em palavras a representações e conceitos, formulando-os e elucidando-os da melhor maneira, pela forma “poética”; e expressa ideias, sem dúvida, mas revestindo-as de imagens, tropos, alegorias, parábolas, simbolismos etc., muito embora, em vez do verso, ele adote uma prosa rítmica, que nesse filho de pastor protestante, educado na infância para teólogo e petista, recorda, repetidas vezes, o versículo bíblico.

A obra “Assim Falou Zaratustra”, foi escrita nos anos entre 1883 e 1885, e cada parte da obra foi escrita em mais ou menos 10 dias cada uma.

Resenha:

Achei esse livro bem difícil de ler, pela linguagem ser muito antiga. Nem Espumas Flutuantes de Castro Alves, que foi publicado mais ou menos na mesma época foi tão difícil de ler. Difícil pelo motivo de quase toda página eu precisar procurar no dicionário alguma palavra que eu não sabia o significado. Pra vocês terem ideia do quanto foi difícil, demorei mais de 3 meses pra ler, a leitura não flui.

Pelo menos quem for o próximo a ler esse livro que eu tenho, não vai perder tempo procurando as palavras no dicionário, porque já deixei tudo anotado os significados.

Talvez tenha que reler esse livro, em outra época da minha vida para ter um entendimento melhor.

O livro fala sobre a necessidade do homem ir além de si mesmo. Tipo, um super-homem, como o Friedrich fala no livro, que é uma pessoa que não acredita em mitos religiosos, ele tem o controle do próprio destino.

Eu não sou uma pessoa de mente fechada, tanto que sou católica e espírita. Para nós existirmos tivemos que ser criados por alguém, então acredito em Deus. O que nesse livro acreditar em Deus, não é uma boa. Tanto que para ele rezar é uma vergonha. Para Friedrich, ser uma pessoa perfeita, é não acreditar em Deus. Acredito que esse também seja o motivo pelo qual não gostei muito do livro, por não me identificar com a filosofia dele.

Porque não é só porque você tem o controle da sua própria vida, que você não tem que acreditar em Deus, não é mesmo?

É um livro bem polêmico, porque tem crítica sobre a religião, valores ocidentais, e também política e educação.

Cada pessoa tem um entendimento desse livro, até porque tem pessoas que concordam com esse pensamento dele. Apesar de eu não ter gostado tanto assim do livro, tem várias frases que eu gostei, e posso fazer até um post sobre todas as quotes desse livro depois.

Se você já leu esse livro, comente aqui o que achou também.

[Resenha de livro] Larissa Azevedo – Felicidade Invisível

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Título do livro: Felicidade Invisível
Autor (a): Larissa Azevedo
Editora: Amazon
Páginas: 56
Gênero: Fantasia
ISBN: B01NH04XFR

 

 

 

 

 

 

Esse livro não é o primeiro livro da Larissa Azevedo sozinha, ela já escreveu um outro livro que é a série “Minha Vida” junto com o Guilherme Cepeda, são dois livros publicados pela Editora Única: Minha Vida Dava um LivroMinha Vida Dava um Filme, entre outros contos, é só visitar o site dela, que você vai encontrar mais títulos.

Larissa não é apenas uma escritora comum, ela também é designer, tanto que foi ela mesma quem fez a capa desse livro, e também fez um monte de coisa dos livros da série “Minha Vida”.

Felicidade Invisível é um conto curtinho, mas muito gostoso de ler, que conta a história de uma família tradicional irlandesa, que mora aqui em São Paulo, e esconde alguns segredos.

Todo começo de capítulo tem um trecho de música com a sua tradução, assim como mostra a figura abaixo:

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Como protagonista da história temos Maeve MacCleury, 22 anos, filha caçula, ela é a quinquagésima geração de seus ancestrais.

Maeve é aquela garota que ainda não decidiu o que fazer de faculdade, então por isso sofre um pouco dentro da sua família.

Por Maeve ser um pouco diferente das outras pessoas, ela tem medo de se relacionar com outras pessoas.

Mas em um momento, Maeve enxerga que sua felicidade está se aproximando, e essa felicidade tem nome, e se chama Henrique. Ele vai entrar em sua vida, e mudar totalmente seu destino em vários sentidos.

E o que me deixou surpresa foi que no final do livro tem uma dedicatória pra mim, nunca ninguém fez uma dedicatória pra mim 2764

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Esse conto da Larissa, graças a Deus vai ter continuação, porque fiquei #chateada por ter acabado justo na parte que ia ficar mais emocionante.

Beijinhos e até a próxima 1f618

[Resenha de livro] Colette Dowling – Complexo de Cinderela

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Não se deixe enganar pelo título do livro, porque ele não é um livro de conto de fadas.

O que é o complexo de cinderela? É o reverso da moeda da problemática identificada pelo movimento feminista. Ele demonstra que as barreiras à realização plena e à autonomia da mulher são erigidas não só pelo homem mas por ela mesma.

Colette Dowling analisa com maestria a ambivalência relativa à independência feminina e o conflito entre as necessidades de ser amada e de concretizar suas aspirações.

“Mulheres que não se queixam, mulheres estóicas e “fores” perante casamentos que não as nutrem adequadamente, em geral são mulheres com um grau doentio de dependência. Como esposas são incapazes de enfrentar os maridos porque, para fazê-lo efetivamente, teriam que provar seus próprios sentimentos de raiva ou hostilidade, e isso seria por demais perigoso. Estas são as mulheres que amam não por uma escolha nascida de uma força íntima – uma ternura e generosidade facilmente ofertadas porque sentem-se inteiras e dignas de estima. São as mulheres que “amam” porque têm medo de viverem sós.”

Esse é um livro escrito na década de 60 e 70, já com a escrita mais nova. E o que assusta é saber que não está tão diferente nos dias de hoje esses pensamentos femininos e masculinos, e parece que nunca vai mudar, porque vem de lá de trás os ensinamentos.

Este livro é um livro autobiográfico, que Colette Dowling escreveu como forma de defender seus pensamento para um artigo que o seu chefe que de início não aceitou publicas.

O que Colette Dowling trata nesse livro, é o porque as mulheres têm medo de chegarem ao sucesso, o porque as mulheres têm medo de assumirem papéis tão desafiadores, o porque a mulher tem o desejo de “salva” por um homem, o porque a mulher quando veem que podem alcançar o sucesso elas desistem, o porque que quando as mulheres casam elas abandonam suas carreiras, o porque as mulheres gostam de serem donas de casa se elas podem ser mais que isso? Enfim, todas essas questões que pode ser um chacoalhão pra muitas mulheres que lerem. Em todos os temas abordados eu enxerguei muitas mulheres próximas a mim, e você quando ler também vai enxergar isso.

Nunca grifei tanto um livro como esse, tem exatemente 20 marcadores nele, muitas frases que é um tapa na cara da sociedade, aliás o livro todo é um tapa na cara da sociedade.

Enfim, é uma obra obrigatória para todos os que desejam conhecer melhor a problemática feminina.