Resenha: Sagarana, João Guimarães Rosa

Título do livro: Sagarana
Autor: João Guimarães Rosa
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 416
Gênero: Literatura brasileira, novelas brasileiras, contos
Nota: 

Onde comprar: Essa versão já não está mais disponível para comprar, mas tem essas versões Sagarana – Coleção 50 AnosEdição em tons pastéis de capa dura e Ficção Completa – Caixa Exclusiva

Sinopse:

Nove contos que revolucionaram a literatura regionalista no Brasil. Em histórias como “O burrinho pedrês”, “Corpo fechado” e “A hora e vez de Augusto Matraga”, o sertão mineiro cria vida na linguagem mágica inventada pelo gênio de Guimarães Rosa.

Resenha:

Nunca dei uma nota tão baixa pra um livro. Mas sempre tem a primeira vez não é mesmo?
E infelizmente foi com essa obra consagradíssima de João Guimarães Rosa.
Tenho essa edição desde 2001 pelo que está escrito nas informações do livro, ou seja, eu ainda estava no colégio quando comprei essa edição (me formei na faculdade em 2012).
Foi o único livro da época do colégio que sobrou dessa época, porque os outros eu ia emprestando pra quem ia precisando depois de mim.
Esse livro como já fala na sinopse, não é uma estória contínua, ele é dividido em nove contos. Sendo eles: “O Burrinho Pedrês”, “A Volta do Menino Pródigo”, “Sarapalha”, “Duelo”, “Minha Gente”, “Corpo Fechado”, “Conversa de Bois” e “A Hora e Vez de Augusto Matraga”.
Tive vontade de abandonar a leitura várias vezes, mas como eram contos, então dei continuidade, porque eu poderia gostar de algum conto do livro. Isso, infelizmente não aconteceu.
A leitura é muito devagar, tem muito vocabulário do sertão mesmo, e não é só nos diálogos, nas narrativas também.
Toda página você tem que ir ao dicionário pra procurar uma palavra que você não conhece, até tirei foto uma vez aqui no stories perguntando se vocês tem costume de anotar em livros, aquilo tudo que estava anotado era palavra que eu não conhecia (está nos destaques, em “Enquetes”).
Pra mim não é uma leitura que você tira algum proveito, tanto que tem um dos contos é “Conversa de Bois”.
Mas é uma leitura obrigatória né.
Me contém aí nos comentários se quando vocês leram, vocês gostaram ou não desse livro.

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Resenha: Arco-íris de Nove Cores, Any Palin

Título do livro: Arco-íris de Nove Cores
Autora: Any Palin
Editora: Chiado Editora
Páginas: 270
Gênero: Autobiografia, biografia e memórias
Nota: 

Onde comprar: Amazon

 

Sinopse:

Any era uma criança quando recebeu a sentença de que viveria no máximo oito anos. Ainda pequena a vida iria lhe mostrar, através de muitos infortúnios, que mais do que as sete cores que compõem o Arco-íris, haveriam outras duas que o completariam realmente.

Descobriu uma vida em preto e branco, mas não estava disposta a caminha sem cores. Ela via todas as cores do mundo considerano outros pontos de vista e tendo fé. Aprendeu que paciência e resiliência são sábios companheiros e que nesta viagem, todo mundo tem de buscar seu próprio Arco-íris, e mais importante que isso, aprender a viver com esse Arco-íris de nove cores. Entre no mundo de Any e descubra como ela conseguiu.

 

Resenha:

Esse livro é um livro auto-biográfico, mas aí você pode se perguntar, o que uma pessoa que não é famosa fez de tão importante ou tem de importante de sua para escrever e contar?

Any Palin tem muita coisa para contar e ensinar pra gente sim!

Tem uma história de vida difícil, e no livro ela conta como ela aprendeu a lidar com tudo o que foi acontecendo na vida dela e na vida da família.

Porque não é “só” a doença dela, tem muitos outros problemas que a família enfrenta, problemas pesados.

Com esse livro ela me fez refletir em um ponto que todo mundo está cansado de saber, mas não muda o pensamento, que a gente reclama de barriga cheia, que devemos olhar para os outros sem julgar, porque não sabemos o que ele passa dentro de casa, ou suas dores.

Any, no final do livro você fala que queria ter o dom da palavra, de tocar o coração das pessoas. Pode ter certeza que quem lê esse livro foi tocado com a sua história de vida, foi tocado com a sua palavra. Porque pra mim você realmente me tocou!

O livro é tão fluido que eu li em 3 dias apenas, nunca li um livro tão rápido assim. Então eu indico para todo mundo esse livro SIM!!!

Resenha: A Desconhecida, Peter Swanson

Título do livro: A Desconhecida
Autor: Peter Swanson
Editora: Novo Conceito
Páginas: 288
Gênero: Literatura estrangeira, suspense e mistério.
Nota: 

Onde comprar: Amazon

 

Sinopse:

Em uma noite de sexta-feira, a rotina confortável e previsível de George Foss é quebrada quando, em um bar, uma bela mulher senta-se ao seu lado. A mesma mulher que desaparecera sem deixar vestígios vinte anos atrás.
Agora, depois de tanto tempo, ela diz precisar de ajuda e George parece ser o único capaz de salvá-la. Será que ele a conhece o suficiente para poder ajudá-la?

Resenha:

George tem 40 anos e trabalha em uma revista literária em Boston. Ele acredita já ter passado da idade de se apaixonar novamentr ou de fazer alguma coisa notável.
Não sei porque, mas enxerguei o George como Bradley Cooper.
Liana Decter não é apenas uma ex-namorada, é a paixão que George nunca esqueceu. Mas Liana não é mais a mesma, está foragida da polícia.
George, por acreditar nela, acaba ajudando, mas o que ele não sabe é que essa ajuda pode lhe custar muito caro.
Na hora que eu escolhi esse livro, o que mais me chamou a atenção foi o fato de autor ter se formado em escrita criativa, educação e literatura. Nunca tinha lido livro nenhum que o autor se formou em escrita mesmo.
Mas pra mim no livro fiquei com a sensação de que vai ter continuação, ficou muito aberto o final da estória.
No geral, eu gostei bastante, é uma estória que você fica querendo saber o afinal vai acontecer com os personagens, torcendo pra que alguém se ferre depois de ter prejudicado os outros.
Vejo pouca gente falar desse livro, mas quem ver nas livrarias, pode pegar pra ler que vale a pena.

Resenha: Três Semanas com meu Irmão, Nicholas Sparks e Micah Sparks

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Título do livro: Três Semanas com meu Irmão
Autor: Nicholas Sparks e Micah Sparks
Editora: Arqueiro
Páginas: 317
Gênero: Literatura estrangeira, história real.
Nota:

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Onde comprar: Amazon

Sinopse:

Em janeiro de 2003, Nicholas Sparks e seu irmão mais velho, Micah, partiram numa viagem de três semanas ao redor do mundo. Das ruínas da Guatemala aos passeios de trenó na Noruega, passando pelo Taj Mahal, na Índia, e pelos templos do Camboja, os dois mergulharam numa jornada que fortaleceria os laços dos únicos sobreviventes da família Sparks.

Com prazos apertados para publicar seus livros e sem muita inspiração para escrevê-los, Nicholas pensou que aquela seria uma ótima oportunidade para relaxar e se aproximar mais do irmão, a quem quase não via por conta da distância que os separava.

O relato inclui não só o dia a dia de Nicholas e Micah nessa aventura exótica como também a emocionante história do bem-sucedido autor de romances.

Permeado de fotografias, o livro resgata as lembranças da infância – as dificuldades financeiras, os sonhos de que a mãe teve que abdicar para criar os três filhos e o método dela para mantê-los unidos – e da vida adulta – as primeiras namoradas, o inícios da própria família e as tragédias que testaram sua fé. Também inclui os acontecimentos que levaram a publicação do primeiro best-seller de Nicholas.

Com humor e sensibilidade, os irmãos Sparks abrem sua vida, revelam suas origens e compartilham verdades surpreendentes sobre perda, amor e esperança.

Resenha:

Esse livro é diferente de todos os livros que Nicholas Sparks já escreveu, porque nesse ele é protogonista da história.

Para quem não sabe, Nicholas Sparks é meu autor favorito, apesar de essa ser a primeira resenha dele aqui no blog, antes de criar o blog já tinha lido quase todos os livros dele, agora com esse são 10 livros lidos do Nicholas Sparks. Foi o Nicholas Sparks que me trouxe para o mundo dos livros.

E esse é um livro pra quem é fã realmente, porque Nicholas conta toda a sua história de vida, todos os altos e baixos.

Nicholas nem sempre foi um escritor, e nem sempre esse foi um sonho de vida dele. Antes de ser escritor ele tinha um sonho de ser corredor. Porém por causa de uma lesão, ele teve que procurar outra coisa pra fazer.

Por incrível que pareça, ele é fã de filmes e livros de terror, seu autor favorito é ninguém menos que, Stepheng King. Ele até tentou ser autor de terror, mas não deu muito certo.

Esse livro só me fez ficar ainda mais fã de Nicholas Sparks, quem gosta de ler os livros dele, por favor leiam esse livro também, tenho certeza que vão se apaixonar ainda mais por ele.

Resenha: Anjo Maldito #1, Daniel Marx

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Título do livro: Anjo Maldito #1
Trilogia: Viagens na Ficção
Autor: Daniel Marx
Editora: Chiado Editora
Páginas: 332
Gênero: Literatura nacional, ficção policial, fantasia, terror
Nota:

estrela

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Sinopse:

“E disse Deus, haja luz, e houve luz, e viu Deus que tudo que havia feito era bom.
E fez o homem e viu que não era bom que o homem vivesse só, e fez para si uma companheira, carne de sua carne e seu nome era Eva…”

A história, porém não foi bem assim, pois Eva não foi a primeira esposa de Adão, a história que os religiosos sempre procuraram omitir da humanidade está a ponto de vir a tona.

Lilith a primeira humana criada por Deus, mas não da carne de Adão, se revolta e não se submete ao homem e nem ao seu criador, é expulsa do paraíso e promete vingança, foi até o submundo e fez um pacto com o príncipe do inferno, e após milhares de anos ela está pronta para reivindicar o que diz ser seu por direito. Lilith se intitula a rainha do mundo e considera todos os homens seus lacaios, e todas as mulheres suas escravas.

Um portal está prestes a se abrir e o mundo nunca mais será o mesmo, grandes sinais começam a aparecer em todo o mundo e não seria diferente no Brasil.

Uma sociedade secreta trabalha para abrir o caminho entre o mundo paralelo e o nosso. São portadores de grandes segredos: uma estrela, cinco pontas, cinco almas, cinco templos, cinco religiões, cinco mortes. Para que essas mortes aconteçam, e se cumpra a profecia, muitas outras vidas serão perdidas.

Outra mulher com um dom especial trabalhará para evitar que o mundo pereça na escuridão. Elisabeth, uma detetive do departamento de polícia civil de São Paulo empenha todos os seus esforços para deter os assassinatos, porém não imagina o que está por vir, ela pensou que estava a procura de mais um assassino serial, quando na verdade estava diante de um grande e maligno poder obscuro e caberá a ela deter este ser que está prestes a escravizar a humanidade.

Resenha:

Trago para vocês hoje, um livro diferente, pelo menos diferente pra mim, pois nunca tinha lido nada igual.

Anjo Maldito, é o primeiro volume da Trilogia Viagens na Ficção. Trata-se de uma fantasia, misturada com ficção policial, com terror, suspense, mistério e com serial killer.

Só com esses gêneros vocês já podem o quão tenso é esse livro né?

A história se passa na cidade de São Paulo, com um grupo de policiais tendo investigar um mistério envolvendo mortes de pessoas em igrejas.

É tão assustador essas mortes, o autor detalha tão bem as cenas, que você consegue imaginar as cenas, entrar na história mesmo e, chega a dar medo, você termina de ler o livro com uma tensão que só quem ler ou quem leu pode falar.

Para quem gosta de uma ficção policial, uma boa fantasia, um bom terror, eu indico muito. Porque se eu que não tenho costume de ler esse gênero de livro gostei, é porque é bom mesmo.

Resenha: Eleanor & Park, Rainbow Rowell

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Título do livro: Eleanor & Park
Autora: Rainbow Rowell
Editora: Novo Século
Páginas: 328
Gênero: Literatura estrangeira, Infanto-juvenil, Ficção, Romance e Drama
Nota: estrelaestrelaestrelaestrelaestrela

Sinopse:

Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

Resenha:

Como fazer uma resenha, sendo que a própria sinopse já diz praticamente tudo o que você queria falar sobre o livro?
Então, vou falar sobre o que eu achei do livro sem explicar sobre ele.
Park é um menino mestiço que podemos considerar um playboizinho, que tem praticamente tudo o que quer.
Eleanor já é aquele tipo de menina que não é igual ao Park em nada. Família toda errada, ela tem um estilo que é só dela, considerada gordinha pela sociedade e ruiva.
No começo Park estranhou muito Eleanor, mas depois que eles foram conversando e Park foi conhecendo mais de Eleanor, eles foram se gostando no limite que tinham.
Eu fiquei irritada com as atitudes da mãe em aceitar um cara como o padrasto o deles, deixar fazer o que ele fazia com ela e seus filhos, principalmente com Eleanor.
A família de Park já é mais “normal”, ele ainda não tinha os pais separados, o único de sua turma que ainda tinha a família completa.
Mas achei bem legal a autora ter colocado como protogonista da história um casal diferente do que é colocado nos livros, nesse ela um mestiço com uma menina que não está nos padrões de beleza em nenhum sentido, e ruiva. Pelo menos eu, nunca tinha lido com esse tipo de personagem.
Em vários momentos quis pegar Eleanor e abraçar, porque além de ela sofrer em casa com o padrastro, ela sofria bullying na escola também e, achei bem pesado os bullying’s.
Mas também não gostei nada do que Eleanor fez com Park no final, achei muito injusto da parte dela, porém sobre isso não posso entrar em detalhes, porque senão solto um mega spoiler.
É uma história realmente envolvente, acredito que quem leu teve as mesmas sensações que eu.
Livros que falam sobre bullying, acho que deveria ser incluído nos livros obrigatórios das escolas, porque ajuda as crianças e adolescentes a pensaram sobre o que fazem com os outros.
Quem já leu esse livro, me conta aí o que achou, se também teve as mesmas impressões quanto as atitudes da mãe de Eleanor.

Resenha: O Som do Amor, Jojo Moyes

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Título do livro: O Som do Amor
Autora: Jojo Moyes
Editora: Intrínseca
Páginas: 304
Gênero: Literatura estrangeira, drama. romance
Nota: estrelaestrelaestrelavaziaestrelavaziaestrelavazia

 

 

Sinopse:

Matt e Laura McCarthy são obcecados pela ideia de herdar a Casa Espanhola — uma construção malcuidada e quase em ruínas no condado de Norfolk, interior da Inglaterra, que tem um valor simbólico para os moradores locais. Para atingir esse objetivo, Laura, a mando do marido, faz todas as vontades do velho Sr. Pottisworth, o proprietário. Entretanto, como o homem nunca deixou nada por escrito, quem acaba por herdar a casa é uma parente distante, Isabel Delancey.
Primeiro violino na Orquestra Sinfônica Municipal, em Londres, Isabel tinha uma vida tranquila com seus dois filhos e o marido, mas tudo virou de cabeça para baixo quando ele morreu em um acidente de carro e deixou uma grande dívida. Sua única oportunidade de recomeço é fincar moradia na Casa Espanhola — algo que o casal McCarthy vai tentar impedir a qualquer custo.

Resenha:

Em O Som do Amor, Jojo Moyes conta a história de uma casa que muitos são obcecados em ter, que é a Casa Espanhola, como é chamada.

Nessa casa vivia o Sr. Pottisworth, que por muitos anos largou a casa de mão, viveu em apenas um cômodo da casa e apenas esse cômodo ele deu uma arrumada.

Matt e Laura McCarthy se propôs a fazer todas as vontades do Sr. Pottisworth para herdar a casa.

Como ninguém achou o testamento, a casa acabou ficando com Isabel Delancey, que é sobrinha neta do Sr. Pottisworth.

Isabel acabará de perder o marido em um acidente de carro, e viu a oportunidade de recomeçar a vida longe de tudo o que lembrava o marido. Porém, como fazia tempo que ela não ia nessa casa, ela não lembrava que a casa estava tão ruim, precisando de tantas reformas.

Como Isabel não conhecia ninguém na região, ela acabou fazendo os serviços de reforma com Matt, que se dizia corretor imobiliário.

Desde então, sua vida vira de ponta cabeça por causa dessa reforma.

Vocês puderam perceber que dei nota 2 para o livro, infelizmente eu dei essa nota. Porque esse livro é muito parado, por várias vezes tive vontade de abandonar o livro. Mas eu não gosto de abandonar um livro, mesmo não gostando dele eu vou até o final, porque às vezes o final tem uma reviravolta que te faz mudar de ideia. O que não foi o caso desse livro. Eu até acabei me emocionando em uma parte bem no final, mas não mudou minha opinião sobre.

Pelo que eu andei olhando no Skoob, muitas pessoas também não gostaram e algumas chegaram a abandonar, fico mais tranquila por saber que o problema não é só comigo.

Quem já leu esse livro, gostou ou não gostou?

Resenha: O Mágico de Oz, L. Frank Baum

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Título do livro: O Mágico de Oz
Autor: L. Frank Baum
Editora: Zahar
Páginas: 224
Edição: Clássicos Zahar Bolso de Luxo (Clássicos que brilham na sua estante)
Gênero: Literatura infanto-juvenil, literatura estrangeira, ficção, fantasia, aventura, contos e fábulas
Nota: estrelaestrelaestrelaestrelavaziaestrelavazia

 

“A experiência é a única coisa que traz o conhecimento, e quanto mais tempo você passa na terra, mais experiência você acumula.”

Sinopse:

Levado aos palcos e às telas, citado e cantado, lido e relido em todo o mundo, O Mágico de Oz é a mais famosa história infantil da literatura americana.

Após a passagem de um ciclone, Dorothy e seu cachorrinho Totó vão parar na estranha Terra de Oz. Ao lado de novos amigos – o Espantalho, o Lenhador de Lata e o Leão Covarde – , encaram perigos e aventuras, desafios e seus próprios medos, numa longa viagem de volta, e de autodescoberta.

“A verdadeira coragem consiste em enfrentar o perigo mesmo com medo.”

Resenha:

Sim, eu tenho 30 anos e nunca tinha lido O Mágico de Oz. Aliás, nunca li nenhum livro similar a ele.

Quando era criança não lia esses livros, gostava mais de gibis. Tanto que eu tinha uma caixa daquelas de TV grande cheiaaaa de gibis. Me arrependo até hoje de ter dado embora ou jogado fora.

Mas acho legal quando lê esse tipo de história quando é mais velha, porque aí você realmente entende a história.

Bom, vamos falar do que se trata a história para quem não leu ainda  e o que eu achei.

O Mágico de Oz é uma fábula, uma fantasia infanto-juvenil. Não tem nenhum romance na história, trata-se de amizade. Então, se vocês pais não gostam de ler ou deixar os seus filhos lerem histórias com romance, essa é a história perfeita.

Dorothy e seus tios vivem em Kansas, só que de repente passa um ciclone na sua cidade e arrasta a casa de Dorothy para um lugar muito diferente.

Quando ela se vê sem ter como voltar pra casa, ela começa a buscar ajuda. Ela descobre que tem alguém que pode ajudar ela e enfrenta uma grande aventura para chegar até essa pessoa. Ela acaba fazendo amizades no meio dessa aventura, que até faz valer a pena tudo isso.

O Mágico de Oz é uma história que vai te ensinar a enfrentar seus medos e de você nunca desistir daquilo que você sonha.

Apesar de eu ter dado nota 3 (que não quer dizer que é ruim e sim que é boa), eu indico para todo mundo essa leitura que está precisando criar coragem para enfrentar algum desafio, ou que está com medo de alguma coisa e também porque é um livro super rápido de ler, eu mesma li em um dia.

Quem já leu essa história, conta como foi a sua experiência aqui também.

Resenha: Autorretrato Anônimo, Murilo Bazzo

Título do livro: Autorretrato Anônimo
Autor: Murilo Bazzo
Editora: Chiado Editora
Páginas: 276
Gênero: Literatura brasileira, drama, mistério, romance e lgbt
Nota: 

 

Sinopse:

“Sempre quis ser humano e viver uma vida, qualquer uma; desde que fosse inteiramente minha.”

A melhor parte de um clichê é que ele é verdade! Por mais que tentamos fugir, eles sempre estão lá, escondidos nas arestas inacabadas das histórias que conhecemos. Este livro, por outro lado, não se propõe a esconder nada disso. Ao contrário, trata da viagem inóspita para dentro de si mesmo, o verdadeiro “conhece a ti mesmo”, que o personagem Paulo Macedo de dezessete anos realiza, numa tentativa de compreender a série de revelações devastadoras que culminaram com o desmonte da sua pacata vida de adolescente na capital mais quente do Brasil, segundo dizem. Enfrentar o próprio reflexo é uma tarefa árdua, será que você está apto para isto?

“Quando você se relaciona com alguém, estará se relacionando com todo o passado dela.”

“Os homens têm uma vozinha interior, criada especialmente para esconder as fragilidades do gênero.”

“Por que ir a um lugar já explorado por todos? As melhores histórias estão nos locais inabitados.”

Resenha:

Paulo Macedo é um jovem de dezessete anos, que está no último ano do colégio, se preparando para o vestibular, está na fase decisiva de sua vida.

Paulo tem um pai muito severo e machista, na frente do pai ele respeita as opiniões dele, mas dentro dele, ele não acredita que ele pode ter um pai tão ao extremo como o dele. Por isso, eles estão sempre discutindo.

Paulo achava que ele tinha uma família perfeita, porém nesse último ano do colégio tudo começou a mudar.

Ele está passando por um turbilhão de emoções, se conhecendo e conhecendo o mundo a fora.

Ele não aceita que os pais ou os adultos nunca contam para ele o que realmente está acontecendo só por ele ter dezessete anos.

Autorretrato Anônimo é um livro diferente de todos os que eu já li, pois tem romance, feminismo, lgbt e suspense tudo junto.

Paulo tem um pai extremamente machista, mas acaba fazendo amizade com uma menina que é feminista, então ele fica meio dividido entre tudo o que o pai lhe ensinara e não ser desrespeitoso com a amiga.

Mas com ela, ele se sente a vontade para falar sobre tudo o que pensa, porque apesar de eles terem opiniões diferentes, eles se respeitam.

É essa amiga que vai ajudar Paulo a se descobrir, a abrir a mente dele.

E depois disso a história vai ficando cada vez mais envolvente, de você não querer largar mais o livro.

Porém, todo mundo irá se surpreender com o final, tenho certeza que ninguém vai conseguir adivinhar esse final, é realmente chocante e emocionante.

Super recomendo mesmo!!!!

Resenha: Dândis de Selma, Nicolás Irurzun

Título do livro: Dândis de Selma
Autor: Nicolás Irurzun
Editora: Giostri Editora
Páginas: 172
Gênero: Literatura brasileira, comédia
Nota: 

 

 

Sinopse:

Selma nunca gostou de futebol e, na faculdade, tinha desprezo por Norberto. A vida dá volta e, agora, tornou-se treinadora do pior time da região presidido justamente pelo ex-colega. Pra piorar, reencontrou o ex-namorado enraivecido. Nessa trajetória, cruza com Pitanga, adolescente envolvido com o crime e que pretende um lugar na equipe. Perseguido pelo Delegado, o menor busca no esporte o meio para mudar de vida. Cada qual à sua maneira, Selma e Pitanga atravessam situações divertidas para superar erros do passado.

Resenha:

Pra mim, esse livro foi uma grande surpresa, pois não esperava nada do que ele é. Realmente não sabia do que se tratava.

Dândis de Selma, é um livro de comédia, apenas de comédia. Apenas de comédia, acho que nunca tinha lido nada, sempre tem um romancinho junto.

Primeiro vamos começar explicando o que é “dândis” para quem não souber, como eu não sabia.

Dândis, é aquele homem de bom gosto e fantástico senso estético, mas que não necessariamente pertencia à nobreza. O dândi é o cavalheiro perfeito, um homem que escolhe viver a vida de maneira leviana, ou seja, sem seriedade, que não tem consideração com o outro e, superficial.

No começo desse livro pensei ser um livro bem machista, de certa forma é um livro machista, porque a personagem Selma, coitada, por querer ser treinadora de um time de futebol masculino, é super maltratada, até por mulheres.

O único que a tratava bem era por incrível que pareça o seu ex-colega de faculdade, que tanto ela desprezava na época.

Porém, Selma acaba prometendo a si mesma que vai mostrar à todos, de que é capaz de mudar o futuro do pior time da cidade.

É um livro divertido, que fala de futebol e que vai agradar tanto homens quanto mulheres. A gente consegue ler em um dia ou dois dias, pois é um livro pequeno de 172 páginas, pelo menos eu consegui.

Apenas lembrando, três estrelas é considerado BOM.

Essa foi a última resenha do mês de novembro, no próximo mês vou trazer mais novidades de livros pra vocês.