Resenha: Triste Fim de Policarpo Quaresma, Lima Barreto

 

Título do livro: Triste Fim de Policarpo Quaresma (Série Prazer em Ler)
Autor: Lima Barreto
Editora: Edições Câmara
Páginas: 207
Gênero: Literatura brasileira, história
ISBN: 9788540206328
Nota: 

Onde comprar: Box Série Prazer em Ler e Livro avulso

 

 

Sinopse: Sátira impiedosa do Brasil oficial, Triste Fim de Policarpo Quaresma narra o destino tragicômico de um nacionalista ingênuo e idealista, completamente alucinado pela ideia de fazer do Brasil um país grandioso. Para isso, ele bola estratégias amalucadas, prega o retorno do tupi-guarani e insiste em redigir documentos oficiais nessa língua. Com uma narrativa leve e cômica, recheada de críticas a vários aspectos da sociedade, a obra faz uma descrição política do Brasil da Primeira República, enfocando fatos históricos do governo de Floriano (1891 – 1894), e traça um rico painel social e humano dos subúrbios cariocas na virada do século. Considerado expoente do Pré-Modernismo brasileiro, Triste Fim de Policarpo Quaresma é uma história farsesca e extremamente divertida.

 

Resenha:

Finalmente consegui conhecer esse clássico da literatura brasileira, não consegui lembrar se já li na época de escola. Mas também não lembraria mais da estória, teria que reler mesmo. Até porque quando lemos esses clássicos na época de escola, não temos uma boa cabeça para entender realmente tudo, ainda mais que somos forçados a ler em uma época que não gostamos desse tipo de literatura.

Bom, esse livro se passa na época da Guerra dos Revoltosos, em 1926 mais ou menos (caso você não se recorde dessa parte da História, aconselho você a ler sobre aqui nesse link).

Não consegui fluir com essa leitura, foi bem arrastada, um livro de duzentas páginas mais ou menos, termino em uma semana. Comecei a ler esse livro dia 25/04 e terminei na madrugada do dia 11/04 pro dia 12/04, pra mim é bastante tempo.

Mas com esse livro a gente consegue ver que os males do Brasil não mudaram nada, absolutamente nada (isso pra mim é muito triste).

Tem um pontos que eu não posso comentar, que se eu falar aqui vou soltar um spoiler, apesar do livro ser muito antigo, pode ter sempre alguém que não leu (como eu ainda não tinha lido). Achei que alguns momentos aconteceram do nada, sem explicações, não teve um enredo até isso acontecer.

Porém, mesmo que para mim a leitura não tenha sido tão boa, nunca vou deixar de recomendar o livro. Porque eu posso não gostar, mas sempre tem alguém que gosta.

Se você já leu, conte o que achou aqui nos comentários ;*)

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Resenha: Iracema, José de Alencar

Título do livro: Iracema
Autor: José de Alencar
Editora: Edições Câmara
Páginas: 101
Ano: 2017
Gênero: Literatura brasileira, romance, romance indígena, história do Brasil
Nota: 

 

Sinopse:

Uma das histórias de amor mais aclamadas da literatura brasileira, Iracema apresenta o romance do herói branco com a linda virgem dos lábios de mel. A bela índia Iracema detém o segredo da Jurema, que lhe cobra virgindade. O valente guerreiro português Martim tem a missão de fiscalizar a costa cearense contra invasões estrangeiras. Desse amor proibido nasce o primeiro mestiço, símbolo do povo brasileiro. Obra mais conhecida da literatura romântica nacionalista de José de Alencar, Iracema é uma aventura épica recheada de lirismo poético.

 

“- As lágrimas da mulher amolecem o coração do guerreiro, como o orvalho da manhã amolece a terra.”

 

Resenha:

Quem já leu Iracema? Acho que na época do colégio eu não cheguei a ler. Graças a Deus, porque sinceramente não gostei.

Iracema, é um clássico onde a estória é baseada em alguns fatos reais, misturado com um pouco de ficção.

Um romance indianista, que conta a estória de Martim (colonizador branco) e Iracema (índia), e se passa no Ceará.

A estória se passa lá em 1600, quando houve a primeira expedição do Rio Grande do Norte. Um dos colonizadores (Martim), acabou ficando muito amigo do chefe dos índios do litoral.

Martim foi um dos excelentes cabos portugueses que libertaram o Brasil da invasão holandesa.

O que eu entendi, é que nessa ida dos portugueses à Ceará, Martim conheceu Iracema, a índia de lábios de mel, como é conhecida, o que fez Martim proteger eles também.

Nesse livro, José de Alencar juntou muitas lendas do Ceará, com fatos reais mesmo.

No final do livro tem uma nota “Argumento histórico”, que faz você entender um pouco mais. Tem também um glossário, onde explica várias expressões ou palavras indígenas, e até uma carta ao Dr. Jaguaribe.

Apesar de eu não ter gostado da estória, a edição está bem completa.

Resenha: Dom Casmurro, Machado de Assis

Título do livro: Dom Casmurro
Autor: Machado de Assis
Editora: Edições Câmara
Páginas: 194
Ano: 2016
ISBN: 9788540205413
Gênero: Literatura brasileira, clássico, ficção, romance
Nota: estrelaestrelaestrelaestrelaestrelavazia

 

 

“Amai, rapazes” e, principalmente, amai moças lindas e graciosas; elas dão remédio ao mal, aroma ao infecto, trocam a morte pela vida… Amai, rapazes!”

Sinopse: 
Romance publicado pela primeira vez em 1899, Dom Casmurro, novo título da série Prazer de Ler da Edições Câmara, apresenta um olhar crítico sobre a sociedade brasileira do século XIX e integra a trilogia realista de Machado de Assis ao lado de Memórias Póstumas de Brás Cubas e Quincas Borba.

“O coração, quando examina a possibilidade do que há de vir, as proporções dos acontecimentos e a cópia deles, fica robusto e disposto, e o mal é o menor mal.”

Resenha: 

Li na versão e-book, disponibilizada gratuitamente no Kobo da Livraria Cultura.
Confesso que a leitura foi um pouco cansativa e não me prendeu muito, mais por causa da escrita tão antiga.
Porém a estória me prendeu a partir do momento que iniciou o romance entre Bentinho e Capitu.
Tenho 30 anos, e finalmente conheci a estória de Dom Casmurro, não me lembro se na época do colégio eu li, mas sei que agora sei a resposta para a tal pergunta: “Capitu traiu Bentinho”.