Resenha: Iracema, José de Alencar

Título do livro: Iracema
Autor: José de Alencar
Editora: Edições Câmara
Páginas: 101
Ano: 2017
Gênero: Literatura brasileira, romance, romance indígena, história do Brasil
Nota: 

 

Sinopse:

Uma das histórias de amor mais aclamadas da literatura brasileira, Iracema apresenta o romance do herói branco com a linda virgem dos lábios de mel. A bela índia Iracema detém o segredo da Jurema, que lhe cobra virgindade. O valente guerreiro português Martim tem a missão de fiscalizar a costa cearense contra invasões estrangeiras. Desse amor proibido nasce o primeiro mestiço, símbolo do povo brasileiro. Obra mais conhecida da literatura romântica nacionalista de José de Alencar, Iracema é uma aventura épica recheada de lirismo poético.

 

“- As lágrimas da mulher amolecem o coração do guerreiro, como o orvalho da manhã amolece a terra.”

 

Resenha:

Quem já leu Iracema? Acho que na época do colégio eu não cheguei a ler. Graças a Deus, porque sinceramente não gostei.

Iracema, é um clássico onde a estória é baseada em alguns fatos reais, misturado com um pouco de ficção.

Um romance indianista, que conta a estória de Martim (colonizador branco) e Iracema (índia), e se passa no Ceará.

A estória se passa lá em 1600, quando houve a primeira expedição do Rio Grande do Norte. Um dos colonizadores (Martim), acabou ficando muito amigo do chefe dos índios do litoral.

Martim foi um dos excelentes cabos portugueses que libertaram o Brasil da invasão holandesa.

O que eu entendi, é que nessa ida dos portugueses à Ceará, Martim conheceu Iracema, a índia de lábios de mel, como é conhecida, o que fez Martim proteger eles também.

Nesse livro, José de Alencar juntou muitas lendas do Ceará, com fatos reais mesmo.

No final do livro tem uma nota “Argumento histórico”, que faz você entender um pouco mais. Tem também um glossário, onde explica várias expressões ou palavras indígenas, e até uma carta ao Dr. Jaguaribe.

Apesar de eu não ter gostado da estória, a edição está bem completa.

Anúncios