[Resenha de livro] Antoine de Saint-Exupéry – O Pequeno Príncipe

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“Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu a tornei minha amiga. Agora ela é única no mundo.”

Esta minha edição de O Pequeno Príncipe é igual a edição original americana feita com o autor ainda vivo em 1943.

Ele escreveu esse livro quando foi exilado nos Estados Unidos entre 1941 a 1943, e por conta disso não pode manter uma relação mais próxima com seu editor parisiense. Então foi obrigado a confiar em uma editora nova-iorquina: a Reynal & Hitchcock, o sonho que ele tinha de publicar duas versões do livro, uma em francês e uma em inglês.

Por incrível que pareça eu ainda não tinha lido esse livro, e o que eu achei o mais engraçado, é que nenhuma escola que eu estudei pediu para ler também.

E é um livro tão simples (mas com uma mensagem tão bonita), que em menos de 4 horas você consegue ler tudo.

Conta a história de um piloto, que por causa de uma pane no avião, foi obrigado a pousar em qualquer lugar que ele estivesse antes que o avião explodisse.

O piloto resolveu descansar antes de começar os trabalhos para arrumar a pane do avião, e de repente alguém toca no ombro dele o chamando. Ele tomou um susto, porque ele pensou que estava sozinho no meio do nada.

O princepezinho sem nem se apresentar já foi logo pedindo que ele desenhasse um carneiro, sem entender o porque disso, o piloto desenhou mesmo assim para não contraliá-lo.

E na verdade ele só queria que o piloto desenhasse o carneiro porque ele se sentia muito sozinho.

Desde então, eles foram se tornando amigos.

Só que um dia o princepezinho teve que fazer uma viagem em vários planetas, e foi conhecendo algumas pessoas, e entendendo outras coisas do mundo.

Um livro tanto para criança, quanto para adulto. Aliás principalmente para adultos, para os adultos voltarem a aprender a enxergar as coisas simples escondidas atrás de coisas que parecem ser complicadas, e a reconhecer mais os valores das coisas também.