Resenha: O Diário de Anne Frank – Anne Frank (Ed. definitiva por Otto H. Frank e Mirjam Pressler)

Título do livro: O Diário de Anne Frank
Autora: Anne Frank
Editora: Grupo Editorial Record
Páginas: 416
Gênero: Literatura estrangeira, não-ficção, auto-biografia, drama, segunda guerra mundial, história
Nota: 

 

 

“O papel tem mais paciência do que as pessoas.”

“Ninguém quer ver o perigo até que ele aparece cara a cara.”

Sinopse:

O depoimento da pequena Anne Frank, morta pelos nazistas após passar anos escondida no sótão de uma casa em Amsterdã, ainda hoje emociona milhões de leitores. Seu diário narra os sentimentos, os medos e as pequenas alegrias de uma menina judia que, como sua família, lutou em vão para sobreviver ao Holocausto.

Lançado em 1947, O Diário de Anne Frank se tornou um dos livros mais lidos do mundo. O relato tocante e impressionante das atrocidades e dos horrores cometidos contra os judeus faz deste livro um precioso documento e uma das obras mais importantes do século XX.

 

“Cheguei a ponto de nem me importar se vivo ou morro. O mundo vai continuar girando sem mim, e não posso fazer nada para mudar os acontecimentos. Vou deixar que as coisas sigam o seu rumo e me concentrar no estudo e na esperança de que tudo acabe bem.”

Resenha:

Esse livro não é para ser lido apenas uma vez e vai ser difícil fazer uma resenha pequena para ele ou em um tamanho que todo mundo leia., porque são muitas coisas para falar sobre ele.

Primeiro, a minha edição do livro é a de capa dura, como escrevi no título é a edição definitiva.

Segundo, o projeto gráfico então nem se fala.

Anne ganhou um diário em um aniversário, pelo que eu entendi antes de ela ter que se mudar pro Anexo Secreto.

Quando ela viu que não ia ter nada para ela fazer, que ela realmente ia ficar presa por muito tempo, ela resolveu usar esse diário para contar tudo o que acontecia dentro no Anexo Secreto, relatos de cortar o coração.

Até hoje eu não consigo acreditar como tem gente que apoia o Hitler nos dias de hoje. Um cara que tinha ódio no lugar do coração, e só pensava em matar, principalmente se era judeu. Não precisa eles terem feito alguma coisa para ele, só pelo simples fato de eles serem judeus já era motivo para morrer. E quem não concordava com os pensamentos dele e mostrasse que não era de acordo também morria ou ia preso. Pensa que eles tinham dó de alguém? Não, eles matavam/torturavam de crianças, mulheres, homens, idosos, de todo mundo mesmo.

Pior de tudo, é que temos pessoas na política de hoje, com pensamentos desse tipo. Se você não concorda, se prepara para ser preso, ou não ter mais paz, ou morrer (caso você do meio político ou alguém muito importante).

É um livro tocante, que te faz pensar em como a vida é um sopro, porque em um dia você está lá vivendo sua vidinha e no outro você pode ser submetido a coisas pelas quais você nunca imaginou passar.

Então, agradeça todo dia a vida que você tem, porque não são todos que tem o mesmo privilégio que você.

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Resenha: Autorretrato Anônimo, Murilo Bazzo

Título do livro: Autorretrato Anônimo
Autor: Murilo Bazzo
Editora: Chiado Editora
Páginas: 276
Gênero: Literatura brasileira, drama, mistério, romance e lgbt/gls 
Nota: 

 

Sinopse:

“Sempre quis ser humano e viver uma vida, qualquer uma; desde que fosse inteiramente minha.”

A melhor parte de um clichê é que ele é verdade! Por mais que tentamos fugir, eles sempre estão lá, escondidos nas arestas inacabadas das histórias que conhecemos. Este livro, por outro lado, não se propõe a esconder nada disso. Ao contrário, trata da viagem inóspita para dentro de si mesmo, o verdadeiro “conhece a ti mesmo”, que o personagem Paulo Macedo de dezessete anos realiza, numa tentativa de compreender a série de revelações devastadoras que culminaram com o desmonte da sua pacata vida de adolescente na capital mais quente do Brasil, segundo dizem. Enfrentar o próprio reflexo é uma tarefa árdua, será que você está apto para isto?

“Quando você se relaciona com alguém, estará se relacionando com todo o passado dela.”

“Os homens têm uma vozinha interior, criada especialmente para esconder as fragilidades do gênero.”

“Por que ir a um lugar já explorado por todos? As melhores histórias estão nos locais inabitados.”

Resenha:

Paulo Macedo é um jovem de dezessete anos, que está no último ano do colégio, se preparando para o vestibular, está na fase decisiva de sua vida.

Paulo tem um pai muito severo e machista, na frente do pai ele respeita as opiniões dele, mas dentro dele, ele não acredita que ele pode ter um pai tão ao extremo como o dele. Por isso, eles estão sempre discutindo.

Paulo achava que ele tinha uma família perfeita, porém nesse último ano do colégio tudo começou a mudar.

Ele está passando por um turbilhão de emoções, se conhecendo e conhecendo o mundo a fora.

Ele não aceita que os pais ou os adultos nunca contam para ele o que realmente está acontecendo só por ele ter dezessete anos.

Autorretrato Anônimo é um livro diferente de todos os que eu já li, pois tem romance, feminismo, lgbt e suspense tudo junto.

Paulo tem um pai extremamente machista, mas acaba fazendo amizade com uma menina que é feminista, então ele fica meio dividido entre tudo o que o pai lhe ensinara e não ser desrespeitoso com a amiga.

Mas com ela, ele se sente a vontade para falar sobre tudo o que pensa, porque apesar de eles terem opiniões diferentes, eles se respeitam.

É essa amiga que vai ajudar Paulo a se descobrir, a abrir a mente dele.

E depois disso a história vai ficando cada vez mais envolvente, de você não querer largar mais o livro.

Porém, todo mundo irá se surpreender com o final, tenho certeza que ninguém vai conseguir adivinhar esse final, é realmente chocante e emocionante.

Super recomendo mesmo!!!!

Resenha: Dândis de Selma, Nicolás Irurzun

Título do livro: Dândis de Selma
Autor: Nicolás Irurzun
Editora: Giostri Editora
Páginas: 172
Gênero: Literatura brasileira, comédia
Nota: 

 

 

Sinopse:

Selma nunca gostou de futebol e, na faculdade, tinha desprezo por Norberto. A vida dá volta e, agora, tornou-se treinadora do pior time da região presidido justamente pelo ex-colega. Pra piorar, reencontrou o ex-namorado enraivecido. Nessa trajetória, cruza com Pitanga, adolescente envolvido com o crime e que pretende um lugar na equipe. Perseguido pelo Delegado, o menor busca no esporte o meio para mudar de vida. Cada qual à sua maneira, Selma e Pitanga atravessam situações divertidas para superar erros do passado.

Resenha:

Pra mim, esse livro foi uma grande surpresa, pois não esperava nada do que ele é. Realmente não sabia do que se tratava.

Dândis de Selma, é um livro de comédia, apenas de comédia. Apenas de comédia, acho que nunca tinha lido nada, sempre tem um romancinho junto.

Primeiro vamos começar explicando o que é “dândis” para quem não souber, como eu não sabia.

Dândis, é aquele homem de bom gosto e fantástico senso estético, mas que não necessariamente pertencia à nobreza. O dândi é o cavalheiro perfeito, um homem que escolhe viver a vida de maneira leviana, ou seja, sem seriedade, que não tem consideração com o outro e, superficial.

No começo desse livro pensei ser um livro bem machista, de certa forma é um livro machista, porque a personagem Selma, coitada, por querer ser treinadora de um time de futebol masculino, é super maltratada, até por mulheres.

O único que a tratava bem era por incrível que pareça o seu ex-colega de faculdade, que tanto ela desprezava na época.

Porém, Selma acaba prometendo a si mesma que vai mostrar à todos, de que é capaz de mudar o futuro do pior time da cidade.

É um livro divertido, que fala de futebol e que vai agradar tanto homens quanto mulheres. A gente consegue ler em um dia ou dois dias, pois é um livro pequeno de 172 páginas, pelo menos eu consegui.

Apenas lembrando, três estrelas é considerado BOM.

Essa foi a última resenha do mês de novembro, no próximo mês vou trazer mais novidades de livros pra vocês.

(COM SPOILER) Resenha: O Diário de Bridget Jones, Helen Fielding

Título o livro: O Diário de Bridget Jones
Autora: Helen Fielding
Editora: Grupo Editorial Record
Páginas: 320
Gênero: Literatura estrangeira e comédia romântica
Nota: 

 

 

“Nossa cultura é muito obcecada por aparência, idade e situação sócio-econômica. Mas o que vale mesmo é o amor.” 

Sinopse:

Desde as primeiras linhas deste diário, você vai achar que já conhece Bridget Jones de algum lugar. Ela está na faixa dos 30 anos, é solteira, mora numa cidade grande, quer parar de fumar, acha que está marcando passo no emprego, tomou a firme resolução de fazer ginástica três vezes por semana e assumiu o compromisso de não chegar ao fim do ano sem aprender a programar o videocassete. Parece familiar? Então aqui vão outras características de Bridget.

Desconfia dos livros de autoajuda, mas não resiste a dar uma olhadinha neles. É um desastre na cozinha, mas fantasia jantares inesquecíveis com o auxílio de livros de culinária. Banca a mulher independente, mas não passa uma noite sem sonhar com o príncipe encantado. Sofre com a ideia de não receber presente no Dia dos Namorados, mas, em seguida, se convence de que esta é só uma data comercial. Ainda se espanta com homens que desaparecem depois do quarto encontro porque a relação está ficando muito séria. Agora você tem certeza que a conhece, não é? O mundo está mesmo cheio de Bridgets. Por isso, este livro fez tanto sucesso na Inglaterra (onde foi escrito), nos Estados Unidos, na França e onde mais tenha sido lançado.

É impossível ter o diário de Bridget Jones e não identificá-la. Ou não se identificar com ela. Como toda sua geração, Bridget vive as agruras do pós-feminismo, convive com as neuroses da nova família, sobrevive na frieza das grandes metrópoles, mas, principalmente, enfrenta o dia-a-dia com um inabalável bom humor. Bridget é muito engraçada. Aproveita que ela escreveu um diário e divirta-se.

“A única coisa de que uma mulher moderna e atual precisa é dela mesma. Viva!”

Resenha:

Tem alguém que não leu ou não assistiu O Diário de Bridget Jones?

Confesso que eu só assisti um milhão de vezes o filme, mas não tinha lido o livro ainda.

Vou precisar assistir de novo, porque percebi algumas diferenças e não lembrava de outras partes.

Acho que como é um livro e filme muito antigo posso dar os spoilers pra poder explicar melhor o que eu achei de diferente e o que eu não lembrava né?

Se você leu a sinopse, Bridget realmente é tudo aquilo escrito, porém conforme você vai lendo vai percebendo que é bem pior. Chega a ser insuportável a paranoia dela com o peso, e o tanto de cigarro que ela fuma. Posso falar que ela tem algum problema psicológico, distúrbio, principalmente alimentar. Mesmo ela vivendo numa sociedade onde pelo que eu percebi os homens escolhiam mulheres tipo Gisele Bündchen pra namorar ou casar.

Uma diferença que eu notei no livro que não tem no filme:

No filme mostra ela na casa dela se debulhando em lágrimas, comendo horrores cantando All By Myself, não lembro por qual motivo, mas acredito que seja por ela descobriu que o chefe/namorado traiu ela. Porém, no livro não tem essa cena dela cantando loucamente.

Uma coisa que eu realmente não lembro, ou não chegou a mostrar no filme (vou precisar assistir de novo por conta disso):

Não lembrava que a mãe dela tinha fugido com um cara para Portugal porque eles tinham pegado dinheiro “emprestado” de um monte de gente e que a mãe acabou sendo presa e logo depois solta porque descobriram que ela realmente não tinha a ver com tudo.

No geral, óbvio que gostei bastante, é uma leitura fluida, então você lê bem rapidinho, terminei em 4 dias.

Agora já estou louca para ler as continuações.

Resenha: O Hobbit, J. R. R. Tolkien

Título do livro: O Hobbit
Autor: J. R. R. Tolkien
Editora: Martins Fontes
Páginas: 299
Gênero: Literatura estrangeira, aventura, fantasia
Nota:

 

 

Sinopse:

Bilbo Bolseiro é um hobbit que leva uma vida confortável e sem ambições, raramente aventurando-se para além de sua despensa ou sua adega. Mas seu contentamento é perturbado quando Gandalf, o mago, e uma companhia de anões batem à sua porta e levam-no para uma expedição. Eles têm um plano para roubar o tesouro guardado por Smaug, o Magnífico, um grande e perigoso dragão. Bilbo reluta muito em participar da aventura, mas acaba surpreendendo até a si mesmo com sua esperteza e sua habilidade como ladrão!

Resenha:

Esse é um grande clássico de J. R. R. Tolkien, foi com ele que iniciou O Senhor dos Anéis. Sim, pra você entender O Senhor dos Anéis, precisa começar por esse.

Vamos começar explicando o que é um hobbit afinal.

Segundo uma explicação dada no livro, hobbit são (ou eram) um povo pequeno, com cerca de metade da nossa altura, e menores que os anões barbados. Os hobbits não tem barba. Não possuem nenhum ou quase nenhum poder mágico, com exceção daquele tipo corriqueiro de mágica que os ajuda a desaparecer silenciosa e rapidamente quando pessoas grandes e estúpidas se aproximam de modo desajeitado, fazendo barulho como um bando de elefantes, que eles podem ouvir a mais de uma milha de distância. Eles têm tendência a serem verde e amarelo), não usam sapatos porque seus pés já têm uma sola natural semelhante a couro, e também pêlos espessos e castanhos parecidos com os cabelos da cabeça (que são encaracolados); têm dedos morenos, longos e ágeis, rostos amigáveis, e dão gargalhadas profundas e deliciosas (especialmente depois de jantarem, o que fazem duas vezes por dia, quando podem).

     Esse é Bilbo!

Como fala na sinopse, Bilbo estava em sua casa, de repente Gandalf toca a campainha e trás com ele vários anões, sem nem avisar, para ceiar em sua casa.

Bilbo, já não sabia mais o que fazer, e queria saber o porque de tudo aquilo. Quando por fim, arrastaram ele para uma grande aventura.

Os anões queriam encontrar um tesouro que lhes pertencia um dragão muito poderoso havia roubado e escondia há anos, e Gandalf sabia que o Bilbo conseguiria ajudá-los nessa expedição.

Com os livros de Tolkien, esse foi o meu primeiro contato com J. R. R. Tolkien. Só tinha assistido a trilogia do Senhor dos Anéis e virei fã.

Há muitos anos, quando foi lançado a trilogia Senhor dos Anéis, tentei ler, mas acho que por eu ser bem nova, não entendi nada, e nem dei continuidade na trilogia, parei logo no primeiro volume.

Agora dei mais uma chance, mas falar que eu ameiiii o livro vou estar mentindo, porque eu apenas gostei. Acho que ele fica melhor mesmo em filme. Quando eu assistir o filme do O Hobbit venho contar o que eu achei por completo pra vocês.

Resenha: Contra Todas as Probabilidades, Renata R. Corrêa

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Título do livro: Contra Todas as Probabilidades
Autora: Renata R. Corrêa
Editora: Independente
Páginas: 243
Ano: 2016
Gênero: Literatura brasileira, romance
Nota: estrelaestrelaestrelaestrelaestrela

 

Sinopse:

A vida profissional de Ana, uma jovem e solitária decoradora de interiores, órfã de pai e mãe, estava ótima, já sua vida pessoal andava de mal a pior. Até que um certo dia, após ouvir uma bela canção de amor no rádio, começou a se sentir diferente, quando teve um pressentimento de que sua vida estava prestes a mudar, como se aquela melodia, cantada por uma incrível voz rouca, tivesse tocado seu coração. Ela se apaixona então, platonicamente, pelo músico Marcus, o vocalista da banda que tocava na rádio, e acaba o conhecendo de uma forma inusitada. Depois desse encontro, sua vida nunca mais será a mesma. Contra todas as probabilidades faz referência à improbabilidade da história de amor entre Ana e Marcus, por viverem em realidades diferentes, cidades diferentes, estarem envolvidos em relações diferentes e, mesmo assim, unirem seus corações. É uma história bonita de amor, de dor, de sofrimento, mas principalmente de aprendizado e de recomeços. O livro inspira esperança porque permite ao leitor acreditar que tudo pode melhorar desde que não se desista, mesmo contra todas as probabilidades.

 

Resenha:

Contra Todas as Probabilidades, é o primeiro romance da autora, ele é leve e envolvente, tenho certeza que vai cair no gosto de todo mundo.

Quando comecei a ler já percebi logo de cara em quem a autora tinha se inspirado pra fazer o personagem Marcus, o que me fez gostar mais ainda, porque eu gosto bastante da pessoa que ela se inspirou.

Ana e Marcus tem personalidades muito parecidas, a diferença é que Ana é uma pessoa comum, e Marcus é famoso.

Os capítulos são intercalados entre eles dois, o que ajuda a gente a entender a cabeça de cada um.

Eu gostei tanto da estória, que eu quero tentar fazer com que a inspiração da Renata leia esse livro, porque eles precisam saber que eles estão aqui. Então, essa vai ser a minha missão a partir de agora.

Resenha: O Ladrão de Sonhos, Sidnei Coelho

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Título do livro: O Ladrão de Sonhos
Autor: Sidnei Coelho
Editora: Chiado
Páginas: 190
Ano: 2016
Gênero: Literatura brasileira, fábula, conto, drama, romance
Nota: estrelaestrelaestrelaestrelaestrela

 

“Às vezes as pessoas vivem nas sombras daquelas que nasceram para brilhar, porém, se por um motivo qualquer, o brilho cessar e houver, um momento de escuridão, essas serão as primeiras a partir.”

 

“De tanto tentar, enfim dominou a si mesmo e, dominando-se passou de expectador a autor.”

 

“O poder pode mudar as pessoas e mostrar um lado tão obscuro que desafia qualquer profecia.”

Sinopse: 

Ele nasceu predestinado a fazer coisas grandiosas e de fato sua juventude foi muito promissora. Mas eventos inesperados transformaram o jovem Lincon em um homem sozinho e esquecido. Dezessete anos se passaram, quando ele descobriu o poder sombrio de roubar sonhos, transformando uma cidade inteira em um lugar de trevas e solidão. Só que um encontro inesperado mudou tudo o que ele pensava sobre a vida e essa pessoa se tornou a única esperança de todas as vidas que ele destruiu.

Nota do Autor: O Ladrão de Sonhos aborda os paradigmas da eterna luta do bem contra o mal, desafiando o leitor a entender o que levou o jovem Lincon para longe dos seus objetivos. O rapaz se perdeu e tentou levar consigo o máximo de pessoas possível. Estava decidido a levar as trevas por toda a região e também no mundo inteiro. Contudo, ele não contava com algo que surgiu em seu caminho e, talvez essa seja a única esperança dos sonhos que ele roubou.

“Um lugar sem sonho torna-se frio e vazio.”

 

“Quando você rouba um sonho, você aprisiona também sua alma e a pessoa nunca mais viverá em paz, pois lhe faltará algo importante, faltará o elo. Você não rouba somente um sonho, você rouba a vida.”

 

“Não há mudanças sem esforços e que até mesmo os presentes divinos precisam ser lapidados, pois eles não vêm prontos. Cada um precisa dar o seu toque especial e só assim eles produzirão frutos.”

Resenha:

O Ladrão de Sonhos conta a estória de Lincon Walter, um menino prodígio, que tinha tudo para se dar bem na vida.

Em uma época ele e os amigos estão fazendo um projeto, no qual ele teve a ideia, porém na hora de fechar o que cada um ia ganhar, ele quis ter uma porcentagem maior nos lucros, já que ele teve a ideia. Tudo começa a desandar a partir desse momento.

Ele desiste de tudo e todos, inclusive de sua família, e vai viver nas ruas.

Lincon no tempo que se afastou descobriu que tem um dom, o dom de entrar no sonhos das pessoas e poder roubar esses sonhos. Mas ele só rouba os sonhos de pessoas felizes, porque ele tem inveja delas.

Em um certo dia, ele sonha com uma menina, quando no sonho ele chega perto dela e ela o enxerga e ela até conversa com ele, ele fica cismado com isso, mas tão cismado que ele sai desse sonho sem roubá-lo.

Depois ele volta, mas não consegue roubar do mesmo jeito.

Então, ele decidi procurar pela irmã dele mesmo dezessete anos após ele ter sumido do mapa, já que ela que o alertou que aconteceria uma mudança em sua vida.

A irmã fala para ele dar uma chance a essa menina e tentar ouvir tudo o que ela tem pra falar, porque provavelmente ela está querendo dizer alguma coisa pra ele.

O que ele não imagina é que essa menina pode ser a salvação da vida dele.

Como vocês podem ver, O Ladrão de Sonhos é um livro curto, mas que tem muitos ensinamentos.

E parece que esse livro é o primeiro volume de uma saga, então vamos esperar e ver o que o autor vai preparar pra gente.

 

Resenha: Iracema, José de Alencar

Título do livro: Iracema
Autor: José de Alencar
Editora: Edições Câmara
Páginas: 101
Ano: 2017
Gênero: Literatura brasileira, romance, romance indígena, história do Brasil
Nota: 

 

Sinopse:

Uma das histórias de amor mais aclamadas da literatura brasileira, Iracema apresenta o romance do herói branco com a linda virgem dos lábios de mel. A bela índia Iracema detém o segredo da Jurema, que lhe cobra virgindade. O valente guerreiro português Martim tem a missão de fiscalizar a costa cearense contra invasões estrangeiras. Desse amor proibido nasce o primeiro mestiço, símbolo do povo brasileiro. Obra mais conhecida da literatura romântica nacionalista de José de Alencar, Iracema é uma aventura épica recheada de lirismo poético.

 

“- As lágrimas da mulher amolecem o coração do guerreiro, como o orvalho da manhã amolece a terra.”

 

Resenha:

Quem já leu Iracema? Acho que na época do colégio eu não cheguei a ler. Graças a Deus, porque sinceramente não gostei.

Iracema, é um clássico onde a estória é baseada em alguns fatos reais, misturado com um pouco de ficção.

Um romance indianista, que conta a estória de Martim (colonizador branco) e Iracema (índia), e se passa no Ceará.

A estória se passa lá em 1600, quando houve a primeira expedição do Rio Grande do Norte. Um dos colonizadores (Martim), acabou ficando muito amigo do chefe dos índios do litoral.

Martim foi um dos excelentes cabos portugueses que libertaram o Brasil da invasão holandesa.

O que eu entendi, é que nessa ida dos portugueses à Ceará, Martim conheceu Iracema, a índia de lábios de mel, como é conhecida, o que fez Martim proteger eles também.

Nesse livro, José de Alencar juntou muitas lendas do Ceará, com fatos reais mesmo.

No final do livro tem uma nota “Argumento histórico”, que faz você entender um pouco mais. Tem também um glossário, onde explica várias expressões ou palavras indígenas, e até uma carta ao Dr. Jaguaribe.

Apesar de eu não ter gostado da estória, a edição está bem completa.

Resenha: Atrás da Muralha, Sol Soares

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Título do livro: Atrás da Muralha
Autora: Sol Soares
Editora: Editora Soares
Páginas: 125
Ano: 2016
Gênero: Literatura brasileira, violência doméstica, drama.
Nota: estrelaestrelaestrelaestrelaestrelavazia

 

 

Sinopse:

Heitor arrematou em um leilão um imóvel no meio de um lago, distante de tudo e de todos. Mas ele tem um propósito para a casa: raptar Amália, a mulher de seu irmão Érico e mantê-la em cárcere privado para sempre.

Inocentemente, Amália confia no cunhado e o acompanha até o local que será sua prisão durante 4 anos, só não imagina que a obsessão de Heitor será capaz de ultrapassar a loucura, utilizando de violência física e psicológica para levá-la aos seus braços a qualquer custo, e se vingar de um passado triste e solitário.

Os dois atravessarão a grande Muralha que separará a lucidez da loucura de Heitor para entrarem num mundo cruel e sem volta.

“Está pronta, Amália, para se despedir daqui de fora?”

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Resenha:

Pensa em um livro que dá uma angústia ao ler, pois então é esse livro.

Como já conta na sinopse, tem violência física e psicológica, tudo por causa de um amor doentio e vingança.

Heitor, é irmão de Érico, porém um filho bastardo. Numa pulada de cerca de seu pai, acabou nascendo Heitor. A mãe “aceitou” o criar e educar o filho bastardo. Mas nunca ele percebia que tinha uma diferença no tratamento da “mãe” em relação ao irmão. Tudo para o Érico era melhor, Érico recebia colo, carinho, enfim tudo.

Amália e Heitor estudaram juntos, eram melhores amigos, faziam tudo juntos. Heitor percebeu que estava apaixonado por Amália, decidiu pedir ela em namoro. Porém, nesse dia o Érico resolveu ir buscar Heitor na faculdade, e Amália se apaixonou por ele. Como Amália nunca soube desse amor de Heitor, então ela namorou com o Érico, noivou e casou.

Heitor ficou com uma raiva tão grande do irmão, por ele já ter tudo na vida, e na hora que ele ia ter a única coisa que fazia ele querer viver, o irmão pegou pra ele também, que ele decidiu se vingar.

Nessa vingança, ele não só fez o Érico sofrer, como outras pessoas sofrerem.

Sol Soares descreve tão bem os momentos das loucuras de Heitor, que você fica com raiva dele, e torce por justiça, para que o Heitor apodreça na cadeia.

O livro é classificado como romance, mas não vi nada de romance, vi apenas drama.

É um livro super rapidinho de ler, li em menos de um dia.

É daqueles livros que você não consegue parar de ler, porque você quer saber o que vai acontecer no final, sabe?

Gostei bastante do livro, mesmo eu querendo matar Heitor.

Resenha: O Pequeno Príncipe (Ed. Luxo) – Antoine de Saint-Exupéry

Título do livro: O Pequeno Príncipe
Autor: Antoine de Saint-Exupéry
Editora: Geração Editorial
Páginas: 160
Ano: 2015
Gênero: Literatura francesa, infanto-juvenil
Nota: 

 

Sinopse: 

Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida.
Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança.
Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ao Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor.

Resenha:

Esse final de semana eu li essa edição de luxo da Geração Editorial de “O Pequeno Príncipe”.
Pensa em uma edição maravilhosa de um livro, pensou? Então, é essa 😍😍
Eu estou completamente apaixonada nessa edição, tirei algumas fotos de partes que eu achei importante mostrar pra vocês.
O que eu vi de diferente nessa edição? Tudo né 😂😂
Brincadeira, mas não sei se eu estou viajando na maionese, porque eu senti que tinha até uns planetas que o Pequeno Príncipe visitou diferente da versão original.
Tirando isso, o que tem de diferente é que no final do livro (como mostrei aqui nas fotos), conta a história de Antoine de Saint-Exupéry.
Tem o manuscrito de “O Pequeno Príncipe”, foto dele com a esposa.
Nessa parte, conta como surgiu a ideia de escrever “O Pequeno Príncipe”.
É bem completo, e apaixonante!!!
“O Pequeno Príncipe” é um livro que dá vontade de ter todas as versões de tão lindo que é ❤❤
Tirei algumas fotos pra mostrar todos os detalhes da edição pra vocês:

                                    

                               

                                       

                                                 

Espero que tenham gostado da resenha e dos detalhes das fotos. Quem já leu alguma edição diferente de O Pequeno Príncipe, conta o que achou da sua edição pra mim também.