Resenha: O Diário de Anne Frank – Anne Frank (Ed. definitiva por Otto H. Frank e Mirjam Pressler)

Título do livro: O Diário de Anne Frank
Autora: Anne Frank
Editora: Grupo Editorial Record
Páginas: 416
Gênero: Literatura estrangeira, não-ficção, auto-biografia, drama, segunda guerra mundial, história
Nota: 

 

 

“O papel tem mais paciência do que as pessoas.”

“Ninguém quer ver o perigo até que ele aparece cara a cara.”

Sinopse:

O depoimento da pequena Anne Frank, morta pelos nazistas após passar anos escondida no sótão de uma casa em Amsterdã, ainda hoje emociona milhões de leitores. Seu diário narra os sentimentos, os medos e as pequenas alegrias de uma menina judia que, como sua família, lutou em vão para sobreviver ao Holocausto.

Lançado em 1947, O Diário de Anne Frank se tornou um dos livros mais lidos do mundo. O relato tocante e impressionante das atrocidades e dos horrores cometidos contra os judeus faz deste livro um precioso documento e uma das obras mais importantes do século XX.

 

“Cheguei a ponto de nem me importar se vivo ou morro. O mundo vai continuar girando sem mim, e não posso fazer nada para mudar os acontecimentos. Vou deixar que as coisas sigam o seu rumo e me concentrar no estudo e na esperança de que tudo acabe bem.”

Resenha:

Esse livro não é para ser lido apenas uma vez e vai ser difícil fazer uma resenha pequena para ele ou em um tamanho que todo mundo leia., porque são muitas coisas para falar sobre ele.

Primeiro, a minha edição do livro é a de capa dura, como escrevi no título é a edição definitiva.

Segundo, o projeto gráfico então nem se fala.

Anne ganhou um diário em um aniversário, pelo que eu entendi antes de ela ter que se mudar pro Anexo Secreto.

Quando ela viu que não ia ter nada para ela fazer, que ela realmente ia ficar presa por muito tempo, ela resolveu usar esse diário para contar tudo o que acontecia dentro no Anexo Secreto, relatos de cortar o coração.

Até hoje eu não consigo acreditar como tem gente que apoia o Hitler nos dias de hoje. Um cara que tinha ódio no lugar do coração, e só pensava em matar, principalmente se era judeu. Não precisa eles terem feito alguma coisa para ele, só pelo simples fato de eles serem judeus já era motivo para morrer. E quem não concordava com os pensamentos dele e mostrasse que não era de acordo também morria ou ia preso. Pensa que eles tinham dó de alguém? Não, eles matavam/torturavam de crianças, mulheres, homens, idosos, de todo mundo mesmo.

Pior de tudo, é que temos pessoas na política de hoje, com pensamentos desse tipo. Se você não concorda, se prepara para ser preso, ou não ter mais paz, ou morrer (caso você do meio político ou alguém muito importante).

É um livro tocante, que te faz pensar em como a vida é um sopro, porque em um dia você está lá vivendo sua vidinha e no outro você pode ser submetido a coisas pelas quais você nunca imaginou passar.

Então, agradeça todo dia a vida que você tem, porque não são todos que tem o mesmo privilégio que você.

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Resenha: Autorretrato Anônimo, Murilo Bazzo

Título do livro: Autorretrato Anônimo
Autor: Murilo Bazzo
Editora: Chiado Editora
Páginas: 276
Gênero: Literatura brasileira, drama, mistério, romance e lgbt/gls 
Nota: 

 

Sinopse:

“Sempre quis ser humano e viver uma vida, qualquer uma; desde que fosse inteiramente minha.”

A melhor parte de um clichê é que ele é verdade! Por mais que tentamos fugir, eles sempre estão lá, escondidos nas arestas inacabadas das histórias que conhecemos. Este livro, por outro lado, não se propõe a esconder nada disso. Ao contrário, trata da viagem inóspita para dentro de si mesmo, o verdadeiro “conhece a ti mesmo”, que o personagem Paulo Macedo de dezessete anos realiza, numa tentativa de compreender a série de revelações devastadoras que culminaram com o desmonte da sua pacata vida de adolescente na capital mais quente do Brasil, segundo dizem. Enfrentar o próprio reflexo é uma tarefa árdua, será que você está apto para isto?

“Quando você se relaciona com alguém, estará se relacionando com todo o passado dela.”

“Os homens têm uma vozinha interior, criada especialmente para esconder as fragilidades do gênero.”

“Por que ir a um lugar já explorado por todos? As melhores histórias estão nos locais inabitados.”

Resenha:

Paulo Macedo é um jovem de dezessete anos, que está no último ano do colégio, se preparando para o vestibular, está na fase decisiva de sua vida.

Paulo tem um pai muito severo e machista, na frente do pai ele respeita as opiniões dele, mas dentro dele, ele não acredita que ele pode ter um pai tão ao extremo como o dele. Por isso, eles estão sempre discutindo.

Paulo achava que ele tinha uma família perfeita, porém nesse último ano do colégio tudo começou a mudar.

Ele está passando por um turbilhão de emoções, se conhecendo e conhecendo o mundo a fora.

Ele não aceita que os pais ou os adultos nunca contam para ele o que realmente está acontecendo só por ele ter dezessete anos.

Autorretrato Anônimo é um livro diferente de todos os que eu já li, pois tem romance, feminismo, lgbt e suspense tudo junto.

Paulo tem um pai extremamente machista, mas acaba fazendo amizade com uma menina que é feminista, então ele fica meio dividido entre tudo o que o pai lhe ensinara e não ser desrespeitoso com a amiga.

Mas com ela, ele se sente a vontade para falar sobre tudo o que pensa, porque apesar de eles terem opiniões diferentes, eles se respeitam.

É essa amiga que vai ajudar Paulo a se descobrir, a abrir a mente dele.

E depois disso a história vai ficando cada vez mais envolvente, de você não querer largar mais o livro.

Porém, todo mundo irá se surpreender com o final, tenho certeza que ninguém vai conseguir adivinhar esse final, é realmente chocante e emocionante.

Super recomendo mesmo!!!!

Resenha: Dândis de Selma, Nicolás Irurzun

Título do livro: Dândis de Selma
Autor: Nicolás Irurzun
Editora: Giostri Editora
Páginas: 172
Gênero: Literatura brasileira, comédia
Nota: 

 

 

Sinopse:

Selma nunca gostou de futebol e, na faculdade, tinha desprezo por Norberto. A vida dá volta e, agora, tornou-se treinadora do pior time da região presidido justamente pelo ex-colega. Pra piorar, reencontrou o ex-namorado enraivecido. Nessa trajetória, cruza com Pitanga, adolescente envolvido com o crime e que pretende um lugar na equipe. Perseguido pelo Delegado, o menor busca no esporte o meio para mudar de vida. Cada qual à sua maneira, Selma e Pitanga atravessam situações divertidas para superar erros do passado.

Resenha:

Pra mim, esse livro foi uma grande surpresa, pois não esperava nada do que ele é. Realmente não sabia do que se tratava.

Dândis de Selma, é um livro de comédia, apenas de comédia. Apenas de comédia, acho que nunca tinha lido nada, sempre tem um romancinho junto.

Primeiro vamos começar explicando o que é “dândis” para quem não souber, como eu não sabia.

Dândis, é aquele homem de bom gosto e fantástico senso estético, mas que não necessariamente pertencia à nobreza. O dândi é o cavalheiro perfeito, um homem que escolhe viver a vida de maneira leviana, ou seja, sem seriedade, que não tem consideração com o outro e, superficial.

No começo desse livro pensei ser um livro bem machista, de certa forma é um livro machista, porque a personagem Selma, coitada, por querer ser treinadora de um time de futebol masculino, é super maltratada, até por mulheres.

O único que a tratava bem era por incrível que pareça o seu ex-colega de faculdade, que tanto ela desprezava na época.

Porém, Selma acaba prometendo a si mesma que vai mostrar à todos, de que é capaz de mudar o futuro do pior time da cidade.

É um livro divertido, que fala de futebol e que vai agradar tanto homens quanto mulheres. A gente consegue ler em um dia ou dois dias, pois é um livro pequeno de 172 páginas, pelo menos eu consegui.

Apenas lembrando, três estrelas é considerado BOM.

Essa foi a última resenha do mês de novembro, no próximo mês vou trazer mais novidades de livros pra vocês.

(COM SPOILER) Resenha: O Diário de Bridget Jones, Helen Fielding

Título o livro: O Diário de Bridget Jones
Autora: Helen Fielding
Editora: Grupo Editorial Record
Páginas: 320
Gênero: Literatura estrangeira e comédia romântica
Nota: 

 

 

“Nossa cultura é muito obcecada por aparência, idade e situação sócio-econômica. Mas o que vale mesmo é o amor.” 

Sinopse:

Desde as primeiras linhas deste diário, você vai achar que já conhece Bridget Jones de algum lugar. Ela está na faixa dos 30 anos, é solteira, mora numa cidade grande, quer parar de fumar, acha que está marcando passo no emprego, tomou a firme resolução de fazer ginástica três vezes por semana e assumiu o compromisso de não chegar ao fim do ano sem aprender a programar o videocassete. Parece familiar? Então aqui vão outras características de Bridget.

Desconfia dos livros de autoajuda, mas não resiste a dar uma olhadinha neles. É um desastre na cozinha, mas fantasia jantares inesquecíveis com o auxílio de livros de culinária. Banca a mulher independente, mas não passa uma noite sem sonhar com o príncipe encantado. Sofre com a ideia de não receber presente no Dia dos Namorados, mas, em seguida, se convence de que esta é só uma data comercial. Ainda se espanta com homens que desaparecem depois do quarto encontro porque a relação está ficando muito séria. Agora você tem certeza que a conhece, não é? O mundo está mesmo cheio de Bridgets. Por isso, este livro fez tanto sucesso na Inglaterra (onde foi escrito), nos Estados Unidos, na França e onde mais tenha sido lançado.

É impossível ter o diário de Bridget Jones e não identificá-la. Ou não se identificar com ela. Como toda sua geração, Bridget vive as agruras do pós-feminismo, convive com as neuroses da nova família, sobrevive na frieza das grandes metrópoles, mas, principalmente, enfrenta o dia-a-dia com um inabalável bom humor. Bridget é muito engraçada. Aproveita que ela escreveu um diário e divirta-se.

“A única coisa de que uma mulher moderna e atual precisa é dela mesma. Viva!”

Resenha:

Tem alguém que não leu ou não assistiu O Diário de Bridget Jones?

Confesso que eu só assisti um milhão de vezes o filme, mas não tinha lido o livro ainda.

Vou precisar assistir de novo, porque percebi algumas diferenças e não lembrava de outras partes.

Acho que como é um livro e filme muito antigo posso dar os spoilers pra poder explicar melhor o que eu achei de diferente e o que eu não lembrava né?

Se você leu a sinopse, Bridget realmente é tudo aquilo escrito, porém conforme você vai lendo vai percebendo que é bem pior. Chega a ser insuportável a paranoia dela com o peso, e o tanto de cigarro que ela fuma. Posso falar que ela tem algum problema psicológico, distúrbio, principalmente alimentar. Mesmo ela vivendo numa sociedade onde pelo que eu percebi os homens escolhiam mulheres tipo Gisele Bündchen pra namorar ou casar.

Uma diferença que eu notei no livro que não tem no filme:

No filme mostra ela na casa dela se debulhando em lágrimas, comendo horrores cantando All By Myself, não lembro por qual motivo, mas acredito que seja por ela descobriu que o chefe/namorado traiu ela. Porém, no livro não tem essa cena dela cantando loucamente.

Uma coisa que eu realmente não lembro, ou não chegou a mostrar no filme (vou precisar assistir de novo por conta disso):

Não lembrava que a mãe dela tinha fugido com um cara para Portugal porque eles tinham pegado dinheiro “emprestado” de um monte de gente e que a mãe acabou sendo presa e logo depois solta porque descobriram que ela realmente não tinha a ver com tudo.

No geral, óbvio que gostei bastante, é uma leitura fluida, então você lê bem rapidinho, terminei em 4 dias.

Agora já estou louca para ler as continuações.

Resenha: O Hobbit, J. R. R. Tolkien

Título do livro: O Hobbit
Autor: J. R. R. Tolkien
Editora: Martins Fontes
Páginas: 299
Gênero: Literatura estrangeira, aventura, fantasia
Nota:

 

 

Sinopse:

Bilbo Bolseiro é um hobbit que leva uma vida confortável e sem ambições, raramente aventurando-se para além de sua despensa ou sua adega. Mas seu contentamento é perturbado quando Gandalf, o mago, e uma companhia de anões batem à sua porta e levam-no para uma expedição. Eles têm um plano para roubar o tesouro guardado por Smaug, o Magnífico, um grande e perigoso dragão. Bilbo reluta muito em participar da aventura, mas acaba surpreendendo até a si mesmo com sua esperteza e sua habilidade como ladrão!

Resenha:

Esse é um grande clássico de J. R. R. Tolkien, foi com ele que iniciou O Senhor dos Anéis. Sim, pra você entender O Senhor dos Anéis, precisa começar por esse.

Vamos começar explicando o que é um hobbit afinal.

Segundo uma explicação dada no livro, hobbit são (ou eram) um povo pequeno, com cerca de metade da nossa altura, e menores que os anões barbados. Os hobbits não tem barba. Não possuem nenhum ou quase nenhum poder mágico, com exceção daquele tipo corriqueiro de mágica que os ajuda a desaparecer silenciosa e rapidamente quando pessoas grandes e estúpidas se aproximam de modo desajeitado, fazendo barulho como um bando de elefantes, que eles podem ouvir a mais de uma milha de distância. Eles têm tendência a serem verde e amarelo), não usam sapatos porque seus pés já têm uma sola natural semelhante a couro, e também pêlos espessos e castanhos parecidos com os cabelos da cabeça (que são encaracolados); têm dedos morenos, longos e ágeis, rostos amigáveis, e dão gargalhadas profundas e deliciosas (especialmente depois de jantarem, o que fazem duas vezes por dia, quando podem).

     Esse é Bilbo!

Como fala na sinopse, Bilbo estava em sua casa, de repente Gandalf toca a campainha e trás com ele vários anões, sem nem avisar, para ceiar em sua casa.

Bilbo, já não sabia mais o que fazer, e queria saber o porque de tudo aquilo. Quando por fim, arrastaram ele para uma grande aventura.

Os anões queriam encontrar um tesouro que lhes pertencia um dragão muito poderoso havia roubado e escondia há anos, e Gandalf sabia que o Bilbo conseguiria ajudá-los nessa expedição.

Com os livros de Tolkien, esse foi o meu primeiro contato com J. R. R. Tolkien. Só tinha assistido a trilogia do Senhor dos Anéis e virei fã.

Há muitos anos, quando foi lançado a trilogia Senhor dos Anéis, tentei ler, mas acho que por eu ser bem nova, não entendi nada, e nem dei continuidade na trilogia, parei logo no primeiro volume.

Agora dei mais uma chance, mas falar que eu ameiiii o livro vou estar mentindo, porque eu apenas gostei. Acho que ele fica melhor mesmo em filme. Quando eu assistir o filme do O Hobbit venho contar o que eu achei por completo pra vocês.

Shampoo Natural

Boa tarde, pessoal!

Hoje como prometido vim trazer a receita do shampoo natural que aprendi a fazer no Sesc Bertioga.

Como nós nunca estamos satisfeitos com os shampoo’s, então achei válido passar pra vocês também, antes de ter uma biblioteca de shampoo em casa, ou para você parar de fazer a biblioteca de shampoo.

É feita com produtos que todo mundo tem em casa, super rápido, econômico e prático.

Bom, vamos a receita (lembrando que essa receita é para quem tem o cabelo misto como o meu):

  • 1 copo americano de água
  • 1 colher de sobremesa de bicarbonato de sódio
  • 1 pedacinho na medida de 1 dedo de banana (qualquer banana, de preferência a mais barata)

Modo de preparo: Primeiro dilua o bicarbonato na água, depois de diluído corte um pedacinho da banana bata com mixer ou liquidificador. Está pronto o seu shampoo!

Super difícil né?

Se seu cabelo for oleoso, não precisa nem colocar a banana. Você pode colocar para dar um cheirinho quando não tiver a banana, alecrim, flores cheirosas.

O que sobrar da banana ou você come, ou você congela pra você usar pra fazer mais shampoo.

Essa receita dura até 3 dias na geladeira, por isso não dá pra fazer de monte, você vai acabar desperdiçando.

Esse shampoo não faz espuma, nós aprendemos que não é a espuma que limpa, a espuma é só estética. A espuma é o efeito que o Lauril que faz esse efeito.

A cada 3 dias então você faz na sua própria casa o seu shampoo e tirar esse produto da sua lista de compras.

Essa receita é também uma ótima opção para os vegetarianos e veganos, por não usa nada de origem animal.

E aí gostaram da dica? Quem fizer em casa, me conta o que achou aqui nesse post.

Beijos, até a próxima!

Viajei para o Sesc Bertioga

Olá pessoal!

Esses dias fui viajar para o Sesc Bertioga, e resolvi contar minha experiência pra vocês.

Fiquei cinco dias lá, do dia 16/11 ao dia 21/11. Peguei praticamente uma semana de chuva, infelizmente, mas como o hotel proporciona um monte de atividades deu pra aproveitar bem.

Bertioga pra quem não conhece é um município do estado de São Paulo, fica no litoral norte.

Para quem vai de ônibus o Sesc disponibiliza ônibus deles mesmo, que vai buscar na rodoviária de Bertioga. Para quem vai de carro, tem estacionamento dentro do Sesc mesmo, que os cinco dias que eu fiquei ficou R$27,00.

O Sesc Bertioga, é uma opção bem legal para quem não está com muito dinheiro pra viajar, porque os cinco dias que eu fiquei com meus pais, nós três pagamos R$2.000,00, isso com pensão completa (café da manhã, almoço e jantar), apenas as bebidas e o que fosse comer nas lanchonetes do hotel ou fora dele eram a parte. Mas como podia comer à vontade, não senti necessidade de comer nada entre o café da manhã e o almoço, e nem entre o almoço e o jantar.

Infelizmente não é todo mundo que pode ir para os Sesc’s, é só para quem é da área do comércio, ou quem tem alguém da família que é da área do comércio. Por exemplo, meu pai foi da área do comércio, e é aposentado agora, então minha mãe é dependente dele, e eu consegui entrar por isso, se não fosse por isso eu não poderia.

Eu fui a que paguei mais, porque paguei inteira a minha estadia, mas mesmo assim o total valeu muito a pena.

Bom, vamos falar sobre os quartos.

O Sesc tem quartos “apartamentos”, para até 3 pessoas, peguei as fotos do próprio site deles pra postar aqui, porque acabei nem tirando lá.

Varanda dos apartamentos

 


Aquele sofá cama se transforma em cama, caso tenha a terceira pessoa. As duas camas da terceira foto, pode juntar caso tenha um casal.

Todo quarto tem ar-condicionado, banheiro, armário, mini refrigerador não abastecido e TV. No quarto não pega o wi-fi, e as TV’s não tem TV a cabo.

Alguns quartos ficam muito longe dos lugares que precisa ir, como restaurante por exemplo, mas eles têm esses ônibus para circular pelo Sesc.

Eles têm as casas, que cabem de 4 até 10 pessoas também, mas não cheguei nem a conhecer essas casas, como estávamos em 3 ficamos no apartamento.

As casas com de 4 a 5 pessoas são assim:

     

Nas casas de 4 a 5 pessoas tem coisas diferente dos apartamentos, como por exemplo: cozinha, ferro e tábua pra passar roupa.

    

Nas casas de 6 a 8 pessoas também muda um pouco, tem tudo o que tem nos outros e mais sala de estar com mesa e cadeiras.

As casas para 7 a 10 pessoas, só muda da casa de 6 a 8 pessoas, a quantidade de camas e sala de estar que não tem.

Pelo menos a cama do quarto que eu fiquei era super confortável, e pra esse tipo de coisa eu sou bem chata, porque você vai pra um lugar assim pra descansar e não ficar com dor no corpo por causa da cama, não é mesmo?

Agora vamos falar sobre a alimentação dos restaurantes.

Como eu falei no começo do post, tem café da manhã, almoço e jantar incluído no pacote, à vontade. As comidas raramente repetem, são bem temperadas. O estilo do Sesc é voltado pra alimentação saudável, então você não vai ver frituras. Sempre tem uma opção doces para diabéticos, e muita fruta. Dentro do restaurante o que eles têm para beber à vontade é água, e água aromatizada. Porém, a água aromatizada não dá nem tempo de pegar sabor do que é colocado dentro. Pra pegar sabor mesmo, tem que ficar de um pro outro, e como eles trocam toda hora, não pega. Mas eles têm duas máquinas dentro do restaurante pra você comprar refrigerantes e sucos de caixinha. Sucos só são servidos à vontade no café da manhã.

Juntei os vídeos do insta stories que gravei de como era o restaurante com o café da manhã pra vocês terem uma ideia. O vídeo aqui está meio ruim a qualidade, mas clica nele que vai direto pro meu canal, e vocês vão ver melhor.

De quinta a domingo tem um show diferente, na quinta-feira eu vi o show do Gabriel Locher, que mistura músicas contemporâneas com jazz e lírico. Segue as páginas dele para contato:

Site: http://rodhanna.com.br/team/gabriel-locher/
Fanpage: http:s//www.facebook.com/gabrielLocher
Instagram: https://www.instagram.com/gabriellocher/
Canal no YouTube: https://www.youtube.com/user/gabriellocher

Na sexta-feira teve apresentação de circo com a Cia Circo do Asfalto. Segue as páginas da cia para contato:

Site: http://www.circodoasfalto.com/site/
Fanpage: https://www.facebook.com/circodoasfalto/
Instagram: https://www.instagram.com/circodoasfalto
Canal no YouTube: https://www.youtube.com/user/ocircodoasfalto

No sábado teve show da Núbia Maciel e os Divinos, com samba das antigas. Pra mim ela é uma mistura de Cássia Eller (no quesito voz), com Ivete Sangalo (no quesito animação). Segue as páginas para contato:

Site: http://www.nubiamaciel.com.br
Fanpage: https://www.facebook.com/Nubia.Maciel.cantora/
Instagram: https://www.instagram.com/nubiamaciel/
Canal no YouTube: https://www.youtube.com/user/nubiamacielcantora

E no domingo teve show com a banda Vinil 78, que toca música anos 60, 70, 80 e 90. Segue as páginas para contato:

Site: http://bandavinil78.blogspot.com.br/
Fanpage: https://www.facebook.com/BandaVinil78/
Instagram: https://www.instagram.com/vinil78
Canal no YouTube: https://www.youtube.com/user/BandaVinil78

Nos outros dias como o movimento é menor não tem show, mas tem outras atividades oferecidas pelo Sesc e nesses dias de show também tem atividade o dia inteiro, tanto na praia quanto dentro do Sesc.

Só achei que para os idosos não tem tanta atividade, ou é praia ou é piscina. E também os ônibus são muito altos para idosos. Teve uma vez que o motorista não parou pertinho, em cima de uma parte que não tinha poças de água, e uma senhora que usava bengala teve que dar a volta no ônibus pra conseguir subir. Não custa nada o motorista entrar na “garagem” dos conjuntos, já que ele é motorista só ali dentro do ônibus, não tem estresse nenhum, não tem fiscal pra multar e está ali para ajudar os hóspedes, principalmente os idosos.

Durante a minha estadia, tive aula pra aprender a fazer massagem indiana, bambu terapia, aula de ginástica funcional e aprendi a fazer shampoo natural (depois vou postar aqui pra vocês também, porque ele é uma ótima opção para os vegetarianos e veganos). Dentro do hotel tem uma academia muito boa, melhor até do que a academia que tinha no prédio onde eu morava e pra melhorar mais ainda, com vista pra praia.

Tem também aluguel de bicicletas, de vários tipos, que você paga por hora, ou a diária. Na minha opinião o valor por hora é bem caro, varia de R$10,00 a R$15,00 dependendo do modelo da bicicleta, e a diária independente do modelo é R$30,00. Então, compensa mais alugar para o dia todo. Até porque como o Sesc é grande, vai ajudar você a se locomover por todo o Sesc mais fácil.

Na praia tem um trecho que é só para que quem está hospedado no Sesc, tem uma cadeiras que não é de deitar, se você quiser a de deitar tem que alugar, como não aluguei, não sei o valor, ou se não paga nada. Na praia você também pode alugar bola pra jogar vôlei, futebol entre outros.

A biblioteca é grande, com espaço para computadores, uma sala com sofás e uma mesa no meio enorme com tomadas para carregar dispositivos e mesas para jogar baralho, dominó entre outros, que você pode alugar na biblioteca.

No centro onde tem a biblioteca, restaurante entre outras salas de atividades e também na piscina pega bem o wi-fi. Isso foi uma coisa que eu achei ruim, porque tem lugares do próprio hotel que o wi-fi não pega, como os quartos por exemplo. Nem sempre a gente quer ficar nesses lugares. Aí você é obrigado a ficar nesses lugares o dia todo, e realmente voltar pro quarto só pra dormir. Quem tem criança de colo, ou os próprios idosos, não fica o dia todo nesses lugares, querem ficar mais no quarto mesmo, então precisa ter o wi-fi também nos quartos.

Tirando essas ressalvas que eu fiz, o lugar é excelente, vale super a pena. Porém, cinco dias é pouco para conseguir fazer tudo o que o Sesc oferece, acho que vou ter voltar pelo menos mais uma vez pra conhecer tudo rsrsrsrs.

Outra informação importante para quem quiser ir pra esses lugares do Sesc, precisa fazer reserva com cinco meses de antecedência para passar cinco dias. Para passar um dia, você precisa fazer inscrição um mês antes. Na hora que você fizer a inscrição, você seleciona 3 períodos que você deseja ficar e eles vão fazer um sorteio entre esses períodos que você selecionou. Infelizmente não é você que escolhe o período que você vai ficar lá, é mas não é, entendeu? Porque dentro desses 3 períodos que você selecionou, o Sesc faz um sorteio.

Acho que eu falei um pouco de tudo o que eu fiz e do que tem lá, abaixo vou postar as fotos que eu tirei por lá.

Academia com vista pro mar
A praia

Capela

E uma coisa importante que eu já ia esquecendo de falar, levem repelente e tênis, porque eu pelo menos voltei com várias picadas e porque anda muito dentro do Sesc.

Bom, então é isso pessoal, quem for para o Sesc Bertioga depois que ver esse post comenta aqui o que achou e quem já foi também comenta.

Se vocês gostaram desse tipo de post, comenta aqui se querem que eu faça mais vezes, porque nunca tinha feito post assim antes, esse é o primeiro.

Até mais 😉

Resenha: Contra Todas as Probabilidades, Renata R. Corrêa

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Título do livro: Contra Todas as Probabilidades
Autora: Renata R. Corrêa
Editora: Independente
Páginas: 243
Ano: 2016
Gênero: Literatura brasileira, romance
Nota: estrelaestrelaestrelaestrelaestrela

 

Sinopse:

A vida profissional de Ana, uma jovem e solitária decoradora de interiores, órfã de pai e mãe, estava ótima, já sua vida pessoal andava de mal a pior. Até que um certo dia, após ouvir uma bela canção de amor no rádio, começou a se sentir diferente, quando teve um pressentimento de que sua vida estava prestes a mudar, como se aquela melodia, cantada por uma incrível voz rouca, tivesse tocado seu coração. Ela se apaixona então, platonicamente, pelo músico Marcus, o vocalista da banda que tocava na rádio, e acaba o conhecendo de uma forma inusitada. Depois desse encontro, sua vida nunca mais será a mesma. Contra todas as probabilidades faz referência à improbabilidade da história de amor entre Ana e Marcus, por viverem em realidades diferentes, cidades diferentes, estarem envolvidos em relações diferentes e, mesmo assim, unirem seus corações. É uma história bonita de amor, de dor, de sofrimento, mas principalmente de aprendizado e de recomeços. O livro inspira esperança porque permite ao leitor acreditar que tudo pode melhorar desde que não se desista, mesmo contra todas as probabilidades.

 

Resenha:

Contra Todas as Probabilidades, é o primeiro romance da autora, ele é leve e envolvente, tenho certeza que vai cair no gosto de todo mundo.

Quando comecei a ler já percebi logo de cara em quem a autora tinha se inspirado pra fazer o personagem Marcus, o que me fez gostar mais ainda, porque eu gosto bastante da pessoa que ela se inspirou.

Ana e Marcus tem personalidades muito parecidas, a diferença é que Ana é uma pessoa comum, e Marcus é famoso.

Os capítulos são intercalados entre eles dois, o que ajuda a gente a entender a cabeça de cada um.

Eu gostei tanto da estória, que eu quero tentar fazer com que a inspiração da Renata leia esse livro, porque eles precisam saber que eles estão aqui. Então, essa vai ser a minha missão a partir de agora.

Resenha: O Ladrão de Sonhos, Sidnei Coelho

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Título do livro: O Ladrão de Sonhos
Autor: Sidnei Coelho
Editora: Chiado
Páginas: 190
Ano: 2016
Gênero: Literatura brasileira, fábula, conto, drama, romance
Nota: estrelaestrelaestrelaestrelaestrela

 

“Às vezes as pessoas vivem nas sombras daquelas que nasceram para brilhar, porém, se por um motivo qualquer, o brilho cessar e houver, um momento de escuridão, essas serão as primeiras a partir.”

 

“De tanto tentar, enfim dominou a si mesmo e, dominando-se passou de expectador a autor.”

 

“O poder pode mudar as pessoas e mostrar um lado tão obscuro que desafia qualquer profecia.”

Sinopse: 

Ele nasceu predestinado a fazer coisas grandiosas e de fato sua juventude foi muito promissora. Mas eventos inesperados transformaram o jovem Lincon em um homem sozinho e esquecido. Dezessete anos se passaram, quando ele descobriu o poder sombrio de roubar sonhos, transformando uma cidade inteira em um lugar de trevas e solidão. Só que um encontro inesperado mudou tudo o que ele pensava sobre a vida e essa pessoa se tornou a única esperança de todas as vidas que ele destruiu.

Nota do Autor: O Ladrão de Sonhos aborda os paradigmas da eterna luta do bem contra o mal, desafiando o leitor a entender o que levou o jovem Lincon para longe dos seus objetivos. O rapaz se perdeu e tentou levar consigo o máximo de pessoas possível. Estava decidido a levar as trevas por toda a região e também no mundo inteiro. Contudo, ele não contava com algo que surgiu em seu caminho e, talvez essa seja a única esperança dos sonhos que ele roubou.

“Um lugar sem sonho torna-se frio e vazio.”

 

“Quando você rouba um sonho, você aprisiona também sua alma e a pessoa nunca mais viverá em paz, pois lhe faltará algo importante, faltará o elo. Você não rouba somente um sonho, você rouba a vida.”

 

“Não há mudanças sem esforços e que até mesmo os presentes divinos precisam ser lapidados, pois eles não vêm prontos. Cada um precisa dar o seu toque especial e só assim eles produzirão frutos.”

Resenha:

O Ladrão de Sonhos conta a estória de Lincon Walter, um menino prodígio, que tinha tudo para se dar bem na vida.

Em uma época ele e os amigos estão fazendo um projeto, no qual ele teve a ideia, porém na hora de fechar o que cada um ia ganhar, ele quis ter uma porcentagem maior nos lucros, já que ele teve a ideia. Tudo começa a desandar a partir desse momento.

Ele desiste de tudo e todos, inclusive de sua família, e vai viver nas ruas.

Lincon no tempo que se afastou descobriu que tem um dom, o dom de entrar no sonhos das pessoas e poder roubar esses sonhos. Mas ele só rouba os sonhos de pessoas felizes, porque ele tem inveja delas.

Em um certo dia, ele sonha com uma menina, quando no sonho ele chega perto dela e ela o enxerga e ela até conversa com ele, ele fica cismado com isso, mas tão cismado que ele sai desse sonho sem roubá-lo.

Depois ele volta, mas não consegue roubar do mesmo jeito.

Então, ele decidi procurar pela irmã dele mesmo dezessete anos após ele ter sumido do mapa, já que ela que o alertou que aconteceria uma mudança em sua vida.

A irmã fala para ele dar uma chance a essa menina e tentar ouvir tudo o que ela tem pra falar, porque provavelmente ela está querendo dizer alguma coisa pra ele.

O que ele não imagina é que essa menina pode ser a salvação da vida dele.

Como vocês podem ver, O Ladrão de Sonhos é um livro curto, mas que tem muitos ensinamentos.

E parece que esse livro é o primeiro volume de uma saga, então vamos esperar e ver o que o autor vai preparar pra gente.

 

Resenha: Iracema, José de Alencar

Título do livro: Iracema
Autor: José de Alencar
Editora: Edições Câmara
Páginas: 101
Ano: 2017
Gênero: Literatura brasileira, romance, romance indígena, história do Brasil
Nota: 

 

Sinopse:

Uma das histórias de amor mais aclamadas da literatura brasileira, Iracema apresenta o romance do herói branco com a linda virgem dos lábios de mel. A bela índia Iracema detém o segredo da Jurema, que lhe cobra virgindade. O valente guerreiro português Martim tem a missão de fiscalizar a costa cearense contra invasões estrangeiras. Desse amor proibido nasce o primeiro mestiço, símbolo do povo brasileiro. Obra mais conhecida da literatura romântica nacionalista de José de Alencar, Iracema é uma aventura épica recheada de lirismo poético.

 

“- As lágrimas da mulher amolecem o coração do guerreiro, como o orvalho da manhã amolece a terra.”

 

Resenha:

Quem já leu Iracema? Acho que na época do colégio eu não cheguei a ler. Graças a Deus, porque sinceramente não gostei.

Iracema, é um clássico onde a estória é baseada em alguns fatos reais, misturado com um pouco de ficção.

Um romance indianista, que conta a estória de Martim (colonizador branco) e Iracema (índia), e se passa no Ceará.

A estória se passa lá em 1600, quando houve a primeira expedição do Rio Grande do Norte. Um dos colonizadores (Martim), acabou ficando muito amigo do chefe dos índios do litoral.

Martim foi um dos excelentes cabos portugueses que libertaram o Brasil da invasão holandesa.

O que eu entendi, é que nessa ida dos portugueses à Ceará, Martim conheceu Iracema, a índia de lábios de mel, como é conhecida, o que fez Martim proteger eles também.

Nesse livro, José de Alencar juntou muitas lendas do Ceará, com fatos reais mesmo.

No final do livro tem uma nota “Argumento histórico”, que faz você entender um pouco mais. Tem também um glossário, onde explica várias expressões ou palavras indígenas, e até uma carta ao Dr. Jaguaribe.

Apesar de eu não ter gostado da estória, a edição está bem completa.