Receita: Bolo Fit

Até que enfim consegui postar a receita do bolo que eu postei há alguns dias. E esse bolo é todo diferentão, porque não vai óleo, não vai farinha, não vai manteiga e não vai açúcar (só para untar a forma, mas na receita mesmo não). Quando postei no stories várias pessoas me pediram, então salvem aí pra vocês fazerem porque é gostoso sim (pelo menos eu achei).

Ingredientes:
– 5 bananas nanicas
– 2 xíc de aveia em flocos
– 3 maçãs inteiras
– 3 ovos
– 1 xíc de nozes picadas
– 1 xíc de damasco picados
– 1 xíc de ameixa sem caroço picadas
– 1 xíc de uvas passas sem caroço branca e preta misturada
– 1 suco de limão inteiro – 2 col de sopa de canela em pó
– 1 col de sopa rasa de fermento em pó
– 2 col de sopa de açúcar de coco para untar a forma

Modo de preparo:
Bate os 3 ovos no liquidificador, acrescente as 5 bananas descascadas e a casca das maçãs e deixe bater bem.
Em um recipiente pique a polpa da maçã em quadradinhos, acrescente o suco de limão e 1 col de chá de canela em pó. Reserve.
Em uma tigela maior, junte todas as outras picadas, incluindo as maçãs, acrescente a aveia, misture bem, acrescente o conteúdo do liquidificador e misture até ficar uma mistura toda úmida. Acrescente uma colher de sopa de fermento em pó e misture novamente.
Em uma fôrma com o formato de sua preferência, unte com a manteiga, 1 colher de sopa de canela e 1 colher de açúcar de coco. Acrescente toda a massa e polvilhe o que sobrou dessa mistura que você usou para untar a fôrma.
Leve ao forno por 40 min a 180°C ou até você espetar com a faca e ver que a faca sai limpa.

Quem fizer, comenta aqui o que achou 😉

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Resenha: Triste Fim de Policarpo Quaresma, Lima Barreto

 

Título do livro: Triste Fim de Policarpo Quaresma (Série Prazer em Ler)
Autor: Lima Barreto
Editora: Edições Câmara
Páginas: 207
Gênero: Literatura brasileira, história
ISBN: 9788540206328
Nota: 

Onde comprar: Box Série Prazer em Ler e Livro avulso

 

 

Sinopse: Sátira impiedosa do Brasil oficial, Triste Fim de Policarpo Quaresma narra o destino tragicômico de um nacionalista ingênuo e idealista, completamente alucinado pela ideia de fazer do Brasil um país grandioso. Para isso, ele bola estratégias amalucadas, prega o retorno do tupi-guarani e insiste em redigir documentos oficiais nessa língua. Com uma narrativa leve e cômica, recheada de críticas a vários aspectos da sociedade, a obra faz uma descrição política do Brasil da Primeira República, enfocando fatos históricos do governo de Floriano (1891 – 1894), e traça um rico painel social e humano dos subúrbios cariocas na virada do século. Considerado expoente do Pré-Modernismo brasileiro, Triste Fim de Policarpo Quaresma é uma história farsesca e extremamente divertida.

 

Resenha:

Finalmente consegui conhecer esse clássico da literatura brasileira, não consegui lembrar se já li na época de escola. Mas também não lembraria mais da estória, teria que reler mesmo. Até porque quando lemos esses clássicos na época de escola, não temos uma boa cabeça para entender realmente tudo, ainda mais que somos forçados a ler em uma época que não gostamos desse tipo de literatura.

Bom, esse livro se passa na época da Guerra dos Revoltosos, em 1926 mais ou menos (caso você não se recorde dessa parte da História, aconselho você a ler sobre aqui nesse link).

Não consegui fluir com essa leitura, foi bem arrastada, um livro de duzentas páginas mais ou menos, termino em uma semana. Comecei a ler esse livro dia 25/04 e terminei na madrugada do dia 11/04 pro dia 12/04, pra mim é bastante tempo.

Mas com esse livro a gente consegue ver que os males do Brasil não mudaram nada, absolutamente nada (isso pra mim é muito triste).

Tem um pontos que eu não posso comentar, que se eu falar aqui vou soltar um spoiler, apesar do livro ser muito antigo, pode ter sempre alguém que não leu (como eu ainda não tinha lido). Achei que alguns momentos aconteceram do nada, sem explicações, não teve um enredo até isso acontecer.

Porém, mesmo que para mim a leitura não tenha sido tão boa, nunca vou deixar de recomendar o livro. Porque eu posso não gostar, mas sempre tem alguém que gosta.

Se você já leu, conte o que achou aqui nos comentários ;*)

Resenha: A Menina que Roubava Livros, Markus Zusak

 

Título do livro: A Menina que Roubava Livros
Autor: Markus Zusak
Editora: Intrínseca
Páginas: 480
Gênero: Literatura estrangeira, Ficção, Guerra, Segunda Guerra Mundial, Judeus, Alemães, 1939-1945 e História
Nota: 

Onde comprar: Amazon

 

Sinopse:

A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.
Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.
A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto – e raro – de crítica e público.

“Os empobrecidos sempre tentam continuar andando, como se a recolocação ajudasse. Desconhecem a realidade de que uma nova versão do mesmo velho problema estará à espera deles no fim da viagem…”

Resenha:

O livro começa contando que a mãe de Liesel a colocou para adoção, como forma de proteção. No caminho para a casa nova, já no trem Liesel perde o irmão.

A família Hubermann que adotou já tem um filho, porém o filho legítimo é a favor do tão temido Hitler, então nem fica muito na casa.

Em uma manifestação que teve, Liesel fica horrorizada que estavam queimando vários livros. Naquela época todo livro que era a favor de judeus, os alemães queimavam. Liesel estava voltando para casa com seu pai, o Hans (era um alemão que não era contra os judeus, estava sempre tentando ajudá-los de alguma forma), viu que não tinha ninguém por perto e aproveitou para pegar/”roubar” um livro desse monte que estava sendo queimado. Porém, Liesel não sabia ler ainda, então seu pai começou a ensinar a ler todos os dias para ela.

Esse ato de roubar não ficou só por aí, ela começou a roubar outras coisas também, como comida por exemplo. O que eu não achei legal da parte do autor deixar que esse ato se tornasse como uma brincadeira, um passatempo. Por exemplo, o dia estava tedioso, então vamos fazer alguma coisa para animar. O que ela fazia? Roubar. Isso pra mim não foi uma mensagem legal. Nunca vi ninguém comentar sobre isso em resenhas. Ou talvez ninguém tenha percebido isso, né?

Eu achei a estória um pouco arrastada, tanto que demorei quase um mês para conseguir terminar a leitura desse livro. Infelizmente não me emocionei com a estória, como as pessoas se emocionam. Talvez no filme eu me emocione mais, já até sei umas cenas em que isso pode acontecer. Mas no livro o autor não conseguiu trazer essa emoção pra mim e olha que eu sou chorona pra caramba, choro até com propagandas.

Uma dúvida que eu tive, é se a estória é verdadeira ou ficção mesmo, tem momentos que parecem que ela é baseada em fatos reais e tem outros momentos em que o autor mostra que não passa de uma ficção. Alguém sentiu isso também quando leu?

Quero saber a opinião de vocês, se sentiram as mesmas coisas que eu mencionei aqui ou não. Comentem!!!

Prêmio Poesia Agora Inverno 2018 – Editora Trevo

Você é poeta? Então esse concurso é para você!!

Está rolando um concurso da Editora Trevo para escritor de poesias, vou falar sobre o concurso aqui, mas tem tudo o que eu vou falar no site dele.

O concurso é permitido para maiores de 16 anos, residentes no Brasil. A inscrição é gratuita e poderá ser feita até o dia 10 de junho de 2018 através desse link.

Tem regras de formatação, não vai ser só mandar de qualquer jeito não, então fiquem atentos a isso:

O poema deverá ser enviado em formato em formato .doc (Word, Open Office, etc.), com fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12, e não deve exceder o limite de 02 (duas) laudas no tamanho A4. No mesmo arquivo, após o poema, são obrigatórias as seguintes identificações: a) nome completo do autor e nome artístico, se houver. b) e-mail do autor. c) endereço residencial completo.

 

Você deve estar se perguntando, mas vai ter prêmio? Claro que vai, olha só que você pode ganhar caso seja um dos ganhadores:

1º lugar: Medalha de ouro, gravada, Prêmio Poesia Agora, 5 (cinco) livros do catálogo das editoras Benfazeja e/ou Trevo e a gratuidade nos 10 (exemplares) do livro “Prêmio Poesia Agora”.

2º lugar: Medalha de prata, gravada, Prêmio Poesia Agora, 3 (três) livros do catálogo das editoras Benfazeja e/ou Trevo e a gratuidade nos 10 (exemplares) do livro “Prêmio Poesia Agora”.

3º lugar: Medalha de bronze gravada, Prêmio Poesia Agora, 3 (três) livros do catálogo das editoras Benfazeja e/ou Trevo.

Os resultados serão divulgados até o fim de julho de 2018 no endereço: http://editoratrevo.com.br/poesiaagora. Os autores selecionados para o livro serão informados pelo e-mail declarado na inscrição.

Você vai perder essa chance? Espero que não. Caso alguém participe depois que ver aqui, quero saber como foi tudo hein 😉

 

1º Prêmio de Inovação em Bibliotecas Elsevier

Você tem algum projeto que você acha que pode melhorar a sua biblioteca?

Então, aproveite essa oportunidade! Foi lançado um concurso chamado Prêmio de Inovação em Bibliotecas, que vai te dar a oportunidade de apresentar esse projeto e terá reconhecimento da Elsevier no SNBU 2018.

A Elsevier para quem não conhece é a maior editora de médica e científica do mundo, fazendo parte do grupo Reed Elsevier, fica localizada em Amsterdã.

O público alvo da Elservier são as instituições de pesquisa acadêmicas e governamentais, laboratórios de pesquisa corporativos, bibliotecas, pesquisadores científicos, autores e editores.

Conheça mais sobre a Elsevier clicando aqui.

Como vai funcionar o concurso? Tem duas etapas, a etapa online e a etapa presencial.

Etapa online: cada participante deverá enviar um texto descritivo, no formato PDF, de até uma lauda (1.500 palavras contando os espaços entre elas), apresentando a ideia do seu projeto, de sua autoria, realizado ou não em uma instituição de ensino brasileira. O objetivo do seu projeto deve ser o engajamento dos usuários da instituição a usarem mais as bibliotecas, suas ferramentas, conteúdos e acervos. Juntamente com o seu projeto, você deve enviar nome completo, CPF, o nome da Instituição de Ensino (caso seja vinculado), RG e telefone para contato.

Etapa presencial: no dia 12/04, serão anunciados os cinco finalistas do concurso, os quais deverão apresentar o projeto presencialmente, no dia 16/04, às 17h, na sala Pelourinho A, no Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias 2018 na Bahia. Cada finalista terá 15 minutos para se apresentar, podendo se estender para até 20 minutos em caso de perguntas feitas pelos jurados. O formato da apresentação é de escolha do próprio participante.

Os trabalhos serão avaliados por profissionais convidados da Elsevier e serão considerados como critérios de avaliação o desenvolvimento do projeto, a inovação e criatividade da proposta apresentada.

Terá três finalistas, os mesmos serão premiados e homenageados no palco principal do SNBU, no dia 20/04.

O vencedor ganhará placa e certificado da Elsevier, além de:

1 – Matéria especial com entrevista exclusiva para o Blog Elsevier;

2 – Release com entrevista do ganhador divulgado para a imprensa especializada na área;

3 – Posts nas redes sociais da Elsevier, que possui mais de 100 mil curtidas;

4 – Divulgação via e-mail marketing para base de bibliotecários e interessados;

5 – Divulgação nos canais de comunicação do SNBU 2018.

A inscrição é totalmente gratuita e vai de 02/04 até 10/04 às 23h59.

Confira o regulamento e se inscreva aqui.

Conheça o livro que foi destaque no BBB pela participante ler de “ponta cabeça”

Nesse BBB 18, teve um livro que ganhou destaque.

Uma das participantes (Jessica) do reality estava lendo ele aparentemente de ponta cabeça, isso viralizou na internet, começaram a zoar a menina por ela fingir ler um livro, porque para nós mostrava que ele estava de ponta cabeça.

Veja a imagem abaixo:

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Depois que o autor do livro se pronunciou sobre o caso, explicado que o livro era assim mesmo, que ele vira, todo mundo ficou curioso para ler esse livro e as vendas subiram.

Mesmo depois de explicar todo o ocorrido, todo mundo ficou curioso para saber como o livro dele chegou à biblioteca da Globo, porque ele não chegou publicá-lo em nenhuma editora grande, publicou de forma independente na Manuscritos Editora.

Ele falou que quando fez o lançamento do livro em uma feira de livro em Joinville no ano passado, a jornalista Miriam Leitão, o dramaturgo Walcyr Carrasco e o ator Lázaro Ramos – para o Lázaro Ramos foi entregue dois exemplares, pois ele queria dar de presente à Fátima Bernardes – , foram convidados e ele deu de presente pra eles seu livro. Então, ele entendeu como o seu livro foi parar no BBB.

A.c ...antes de Carolina d.C ...depois de CarolinaContando agora sobre o livro, conta a história de Mário a partir do momento em que conhece sua esposa, Célia, em Joinville, nos anos 80 e passa pelo nascimento da filha, Carolina.

A felicidade com a chegada de um bebê na família é dividida, no entanto, com o fato de a criança ter nascido após apenas sete meses de gestação e ter faltado oxigênio no parto. Por isso, Carolina é triplégica: ela não tem nenhuma mobilidade nas pernas e pouca capacidade de movimentos na mão esquerda.

Condicionado ao conhecimento e aos preconceitos sobre pessoas com deficiências da época, Mário demorou a aceitar as limitações da menina. Na obra, ele explica como venceu estes bloqueios e tornou-se um defensor dos direitos à pessoa com deficiência, enquanto a filha crescia enfrentando os desafios para educar-se e se tornar psicóloga. Hoje, aos 31 anos, ela é profissional concursada do Instituto Federal Catarinense e atua na unidade educacional de Araquari.

Ficou curioso (a) para conhecer mais sobre esse livro? Para adquirir é só comprar pela Amazon, direto no site da editora ou então diretamente com o autor através de seu perfil do instagram.

A história parece ser muito interessante e parece que todo mundo que leu escapou do paredão.

 

Versão teatral de graça na Casa das Rosas de “O Diário de Anne Frank”

Cá estou eu de novo falando sobre “O Diário de Anne Frank”!

Se você leu e é apaixonado por essa história, você vai ficar doidinho (a) por causa dessa notícia (eu mesma estou doida pra ir).

A Companhia Teatral Cid Chagas, vai estar em cartaz na Casa das Rosas esse fim de semana com a peça O Diário de Anne Frank. A peça é dirigida pelo Gabriel Mirck e Mário Irikura e vai ficar em cartaz nos dias 06/04, 07/04 e 08/04.

A ideia de adaptar o clássico surgiu de um projeto da cia. com a prefeitura de Pereira Barreto, origem do grupo, onde eles fazem aulas gratuitas também.

Gabriel explicou como vai funcionar a peça, disse que foi feito um livro-adaptação da história original, onde algumas partes para o entendimento da realidade da garota foram recortados, o que resultou na peça.

Porém,  o projeto é intimista, será apresentado para poucas pessoas (25 pessoas em cada horário da apresentação) e a distribuição dos ingressos vai acontecer 1 hora antes do espetáculo.

Então, anotem aí os horários e não chegem atrasados:

Quando: 06 e 07 (sexta e sábado) às 19h e 08 (domingo) às 11h
Duração: 1 hora
Onde: Avenida Paulista, 37 – Casa das Rosas (perto da estação de trem Brigadeiro)
Valor: gratuito, 25 lugares (por ordem de chegada)

Para mais informações: www.casadasrosas.org.br/agenda